Suzano PNA
sobe

Vale
desce

Dólar
O dólar estendeu nesta sexta-feira a alta da véspera, apoiado no clima de aversão ao risco no exterior. Preocupações com a economia mundial apoiaram a queda de commodities, das bolsas internacionais e dos juros dos Treasuries (títulos dos EUA), enquanto o dólar e o ouro subiram com a busca de proteção. O dólar à vista terminou com valorização de 0,84%, aos R$ 3,4255. No mercado futuro, o dólar para julho subia 0,63, aos R$ 4,455, às 17h19.

Bovespa
A Bovespa fechou em queda de 3,32%, aos 49.422,15 pontos, influenciada pelo cenário internacional bastante adverso, com os investidores estrangeiros em busca de ativos mais seguros. O volume de negócios na bolsa brasileira totalizou R$ 5,14 bilhões, pouco abaixo da média diária de junho (R$ 5,625 bilhões). Preocupações com o rumo da economia global aumentaram a expectativa em torno da reunião do Fed e do plebiscito sobre a permanência do Reino Unido na União Europeia. O dólar ganhou força e os preços do petróleo fecharam em queda expressiva tanto na bolsa de Nova York (-2,94%) como na de Londres (-2,71%).

Suzano
Entre as 59 ações que fazem parte do Ibovespa, somente Suzano PNA fechou em alta (+0,16%). Entre as baixas, o destaque ficou com o setor de mineração e siderurgia. Os papéis, que acumulam ganhos significativos em 2016, são bastante sensíveis a sinais de desaceleração das economias de modo geral. Além disso, os preços do minério de ferro na China ficaram estáveis pelo terceiro dia consecutivo. Lideraram as perdas do índice Usiminas PNA (-10,05%), CSN ON (-7,82%), Petrobras ON (-6,13%) e Metalúrgica Gerdau (-5,96%).

Vale
As ações das Vale caíram 4,78% (ON) e 4,80% (ON). Além da estagnação do preço do minério, a ação respondeu à notícia que a Polícia Federal indiciou um funcionário da mineradora dentro do inquérito que apura o rompimento da barragem em Mariana (MG), em novembro do ano passado. Com o resultado de ontem, o Ibovespa encerrou a semana com queda de 2,37%, acumulando ainda alta de 14,01% em 2016.

Juros
Ao término da negociação regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) vencimento em janeiro de 2017 fechou em 13,705%, de 13,680% no ajuste anterior, com 92.397 contratos. O DI janeiro de 2018 (186.970 contratos) terminou na máxima de 12,68%, de 12,55%. O DI janeiro de 2019 (142 415 contratos) também fechou na máxima, a 12,50%, de 12,30% no último ajuste. Com 127.850 contratos, o DI janeiro de 2021 fechou em 12,58%, de 12,35%.

(Agência Estado)

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