Subiu
Dólar

Desceu
Petrobras

Câmbio
O dólar encerrou o ciclo de queda e voltou a subir ontem, mas ficou abaixo de R$ 3,40. O câmbio foi alvo de um movimento de correção, após seis baixas acumuladas em 6,71%. Há espera de novidades sobre a futura atuação do Banco Central sob o comando do novo presidente, Ilan Goldfajn. O ajuste ante o real acompanhou ainda a alta do dólar observada lá fora frente a divisas emergentes e ligadas a commodities.

Movimentação
No mercado à vista, o dólar no balcão encerrou o dia em alta de 0,84%, a R$ 3,3971, depois de tocar a máxima de R$ 3,4044 (+1,05%). Pela manhã, chegou a cair até R$ 3,3628 (-0,18%). O giro registrado foi de US$ 1,332 bilhão. No mercado futuro, o dólar para julho encerrou em alta de 1,11%, a R$ 3,4235. O volume negociado foi de US$ 13,109 bilhões.

Bovespa
A Bovespa fechou ontem em queda de 0,99%, após ter subido 2,26% anteontem. O movimento foi atribuído a uma correção, com os investidores recolhendo parte de lucros recentes. A justificativa foi uma deterioração do cenário internacional, que assumiu um tom mais cauteloso com as economias da China e da Europa. O Índice Bovespa chegou a operar abaixo do patamar dos 51 mil pontos, mas terminou o dia aos 51.118,46 pontos. O volume de negócios totalizou R$ 5,19 bilhões. Com o resultado, o Ibovespa acumula alta de 5,46% em junho e de 17,92% em 2016.

Principais
Ações de mineração, siderurgia e petróleo tiveram quedas superiores à média do mercado. É o caso de CSN ON, que esteve no topo das altas do Ibovespa anteontem (+16,45%) e ontem foi a segunda maior perda do índice (-7,37%). Os papéis da Petrobras acompanharam a queda dos preços do petróleo e recuaram 2,49% (ON) e 2,24% (PN). Com isso, devolveram parte dos ganhos de 8,27% e 8,93% do pregão anterior.

Juros
O mercado reduziu suas apostas de que o ciclo de cortes da Selic começará em julho, dando maior probabilidade de início nos encontros do Comitê de Política Monetária (Copom) de agosto ou mesmo de outubro. Ao término da sessão regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em julho de 2016 fechou em 14,129%, de 14,095% no ajuste anterior, com 150.385 contratos. O DI para outubro de 2016 (126.630 contratos) subiu de 13,940% para 14,000%. O DI janeiro de 2017 (170.975 contratos) avançou de 13,585% para 13,680%. O DI janeiro de 2018, que movimentou 225.330 contratos, terminou em 12,55%, ante ajuste anterior de 12,48%. Nos longos, o DI janeiro de 2021 (80.925 contratos) fechou em 12,35%, de 12,31%. (Agência Estado)

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