Sobe
Ibovespa

Caem
juros

Ibovespa
A Bovespa se apoiou em notícias nacionais e internacionais para garantir sua segunda alta consecutiva ontem. O Índice Bovespa terminou o dia em alta de 1,78%, aos 49.887,24 pontos e com R$ 5,8 bilhões em negócios. Uma nova vitória do governo na Câmara se somou a mais dados econômicos melhores que o esperado, o que incentivou as ordens de compra de ações. O cenário internacional também contribuiu, principalmente com a virada do petróleo, que deu maior impulso às ações da Petrobras.

Educação
Foi grande a repercussão da notícia de que a Kroton admitiu estar estudando a possibilidade de combinação de negócios com a Estácio, sua concorrente no setor de educação. As duas ações responderam com forte alta: Estácio ON subiu 23,74% e Kroton ON avançou 13,56%, liderando os ganhos do Ibovespa. A possibilidade de união das empresas trouxe otimismo por, em tese, sinalizar um ambiente mais propício à retomada de movimentações corporativas. Petrobras ON e PN subiram 2,79% e 2,69%, respectivamente. Em dois dias de alta, o Ibovespa contabiliza ganhos de 2,92%.

Dólar
O dólar se firmou em queda ante o real durante a tarde de ontem, após iniciar o dia volátil em meio a ajustes. A pressão de baixa foi direcionada, internamente, pelo fluxo cambial positivo e pela possibilidade de o Senado antecipar o julgamento em plenário do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. O dólar no mercado à vista fechou em queda pelo segundo dia seguido, cotado a R$ 3,5843 (-0,21%). No dia, oscilou de R$ 3,5785 (-0,37%) a R$ 3,6094 (+0,49%). O giro total movimentado somou cerca de US$ 1,046 bilhão.

Futuro
No mercado futuro, às 17h18, o dólar para julho recuava 0,52%, aos R$ 3,6190. A mínima intraday foi de R$ 3,610 (-0,77%) e a máxima, a R$ 3,6435 (+0,15%). O volume financeiro com esse contrato somava cerca de US$ 9,900 bilhões.

Juros
Os juros futuros de médio e longo prazos encerraram a sessão de ontem em queda, refletindo principalmente novidades do cenário político, enquanto os curtos ficaram perto dos ajustes anteriores. Ao término da sessão regular da BM&FBovespa, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2017 (122.491 contratos) fechou com taxa de 13,615%, de 13,605% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2018 (246.450 contratos) caiu de 12,74% para 12,66%, fechando na mínima. O DI janeiro de 2019, com 139.190 contratos, encerrou a 12,56%, de 12,66%. O DI janeiro de 2021, com 144.261 contratos, passou de 12,77% para 12,64%.

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