MERCADO FINANCEIRO
Bovespa
sobe
Dólar
desce
Bovespa
A divulgação de dados econômicos melhores que o esperado foi determinante para a Bovespa a fechar em alta de 1,12%, aos 49.012,65 pontos. Além dos números melhores da economia doméstica, uma vitória do governo em comissão especial da Câmara foi importante para aumentar a atratividade das ações. O baixo volume de negócios no primeiro pregão de junho, no entanto, mostra que a cautela ainda prevalece nos negócios. Foram movimentados R$ 5,7 bilhões, contra R$ 6,6 bilhões da média diária de maio e R$ 8,3 bilhões da média de abril.
PEC
A principal notícia da tarde foi a aprovação, em comissão especial da Câmara, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prorroga a Desvinculação de Receitas da União (DRU) até 2023 Outra notícia de destaque da tarde foi o superávit de US$ 6,437 bilhões da balança comercial e maio. O resultado ficou acima do teto das projeções do mercado.
Petrobras
As ações da Petrobras acabaram por se firmar em alta, apesar do movimento volátil do petróleo ao longo do dia. Os papéis da estatal brasileira terminaram o dia em alta de 2,26% (ON) e de 1,74% (PN). Vale ON subiu 1,48% e Vale PNA, 0,89%. Mas a alta da Bovespa foi sustentada em grande parte pela recuperação das ações do setor financeiro, que na véspera haviam sido "contaminadas" pelos papéis do Bradesco. Após o banco vir a público em defesa do presidente e dos executivos também indiciados, Bradesco PN fechou em alta de 1,84%.
Sobe e desce
Entre as ações que compõem o Ibovespa, as maiores altas ficaram com Qualicorp ON (+7,15%) e Natura ON (+5,77%). As maiores quedas foram de CSN ON (-2,60%) e Suzano PAN (-1,91%), esta última afetada pelo incêndio na fábrica de Suzano, na Grande São Paulo. Com o resultado de ontem, o índice passa a acumular alta de 13,07% em 2016.
Dólar
No fechamento, o dólar à vista caiu 0,54%, aos R$ 3,5917 no balcão. Durante o dia, oscilou de R$ 3,5862 a R$ 3,6336. O giro total registrado somava cerca de US$ 1,434 bilhão. No mercado futuro, o dólar para julho recuava 0,43%, aos R$ 3,6275. O volume financeiro movimentado com esse contrato somou cerca de US$ 11,979 bilhões.
Juros
Ao término da negociação regular da BM&FBovespa, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2017 fechou em 13,605%, de 13,645% no ajuste anterior, com 136.597 contratos. O DI para janeiro de 2018 (201.505 contratos) caiu de 12,82% para 12,74%. O DI janeiro de 2019, que movimentou 118.085 contratos, passou de 12,75% para 12,66%. Nos contratos de longo prazo, o DI janeiro de 2021 fechou em 12,77%, de 12,85% no ajuste anterior, com 82.012 contratos.
(Agência Estado)





