Petrobras
sobe

Dólar
desce

Dólar
O dólar fechou ontem em queda, na contramão do exterior. A moeda operou sob pressão de baixa dos investidores vendidos em contratos cambiais na véspera de definição da última taxa Ptax de maio. Por isso, a liquidez no mercado cambial somava cerca de US$ 1,029 bilhão por volta das 17 horas. Além disso, após oscilar nos primeiros negócios, a moeda passou a cair e ampliou o ajuste negativo ao longo da sessão. A alta do petróleo contribuiu para o recuo de preço.

Cotação
O dólar à vista fechou em queda de 0,89%, a R$ 3,5783. A mínima foi de R$ 3,5742 (-1,01%) e a máxima, a R$ 3,6156 (+0,14%). No mercado futuro, por volta das 17h15, o dólar futuro para junho caía 0,69%, a R$ 3,5810. O giro total movimentado com esse contrato somava cerca de US$ 8,264 bilhões. A mínima intraday foi de R$ 3,5750 (-0,86%) e a máxima, a R$ 3,6170 (+0,31%).

Bovespa
O feriado americano do Memorial Day reduziu drasticamente o volume de negócios no mercado brasileiro de ações. A Bovespa alternou pequenas altas e baixas e terminou o dia em queda de 0,18%, aos 48.964,34 pontos. Os negócios na bolsa brasileira totalizaram R$ 2,107 bilhões no horário regular, o mais baixo volume desde 17 fevereiro de 2005 (R$ 2,104 bilhões). A alta dos preços do petróleo no mercado internacional garantiu a valorização das ações da Petrobras, que limitaram a baixa do Ibovespa e terminaram o dia em alta de 0,86% (ON) e de 1,82% (PN).

Silveira
A cautela do cenário político foi reforçada pela divulgação de novo áudio em que o ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, Fabiano Silveira, aparece em conversas com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), orientando como eles deveriam agir em relação às investigações da Operação Lava Jato.

Meirelles
Por outro lado, causaram repercussão positiva as declarações feitas ontem pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que disse que, apesar da queda no potencial de crescimento, o Brasil possui muita capacidade ociosa e pode ter uma recuperação mais rápida que o previsto. A declaração teve impacto direto sobre as ações ordinárias do Banco do Brasil, que subiram 1,74%.

Juros
Ao término da negociação regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2017 tinha taxa de 13,635%, de 13,685% no ajuste da sexta-feira. O DI janeiro de 2018 caiu de 12,99% para 12,81%. O contrato com vencimento em janeiro de 2019 fechou em 12,70%, de 12,87% no ajuste anterior. O DI janeiro de 2021 terminou com taxa de 12,74%, de 12,91%.

(Agência Estado)

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