MERCADO FINANCEIRO
Vale
sobe
Petrobras
desce
Dólar
Com o ambiente político doméstico trazendo poucas novidades, o cenário internacional voltou a ser a principal referência para os negócios ontem. No mercado de câmbio, o dólar à vista alternou sinais positivos e negativos e terminou o dia praticamente estável (+0,03%), cotado a R$ 3,5309.
Virada
Depois de ter subido mais de 1% no início do dia, em reação a um leilão de swap cambial reverso feito pelo Banco Central, a moeda americana perdeu força e oscilou pouco até o fechamento. A virada do petróleo no exterior, do negativo para o positivo, acabou impulsionando as divisas de países exportadores de commodities, incluindo o real. E na ausência de notícias políticas de maior impacto, os investidores também evitaram mudar de forma mais intensa suas posições.
STF
Entre os poucos destaques do dia no cenário doméstico esteve a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de adiar o julgamento sobre a posse do ex-presidente Lula como ministro da Casa Civil. Não foi definida data para discussão do tema. O mercado recebeu a notícia de maneira positiva, por sinalizar mais um fator de enfraquecimento do governo. No entanto, o fato pouco influenciou os negócios no câmbio ou na bolsa.
Bovespa
Na ausência de grandes definições no ambiente político doméstico, o cenário internacional foi novamente a principal referência para os negócios. Depois de alternar altas e baixas no decorrer da sessão, o Índice Bovespa terminou o dia em leve baixa, de 0,15%, aos 53.630,93 pontos. O volume de negócios totalizou R$ 7,53 bilhões.
Vale
Assim como aconteceu na véspera, a recuperação dos preços das commodities impulsionou ações ligadas a essas matérias-primas. Os papéis da Vale, que chegaram a subir mais de 8% ao longo do pregão, terminaram o dia com valorização de 5,30% (PNA) e 6,35% (ON), entre as maiores altas do Ibovespa. As ações preferenciais da Bradespar, acionista da Vale, avançaram 6,15%.
Petrobras
Já os papéis da Petrobras operaram com sinais mistos durante todo o dia, com poucos momentos de alinhamento. No final dos negócios, caíram 0,16% (ON) e 1,46% (PN). As ações do setor bancário também terminaram o dia no terreno negativo, devido a uma realização de lucros, e contribuíram para o recuo do Ibovespa. O destaque ficou com Itaú Unibanco PN, que recuou 1,86%.
Juros
Ao término da negociação regular, o DI janeiro de 2017 estava na mínima de 13,495%, ante 13,520% no ajuste anterior. O DI janeiro de 2018 projetava 12,76%, de 12,80%. O DI janeiro de 2021 caiu de 12,90% para 12,88%.
(Agência Estado)





