MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Papéis de siderúrgicas
Desceu
Ações de financeiras
Dólar
Investidores aproveitaram a sessão de ontem para recompor parte das posições compradas no dólar americano, após o recuo de 5,82% das cotações na semana passada. Sem novidades de peso no âmbito da Operação Lava Jato, o dólar à vista subiu 0,70% ante o real, aos R$ 3,7938, interrompendo a sequência de cinco dias úteis consecutivos de perdas. Na mínima, marcou R$ 3,7360 (-0,84%) e, na máxima, R$ 3,7966 (+0,77%).
Commodities
O avanço firme do petróleo em Londres e em Nova York, além da disparada de 19,5% do preço do minério de ferro na China, acabou conduzindo o recuo do dólar lá fora durante a tarde. No Brasil, isso ajudou a segurar um pouco o avanço das cotações da moeda americana.
Bovespa
Pelo sexto pregão consecutivo, a Bovespa fechou os negócios em alta. A valorização foi de 0,33%, com o Ibovespa em 49.246,10 pontos. Houve instabilidade, que fez o Ibovespa marcar 48.746 pontos na mínima, em queda de 0,69%, e 49.639 pontos na máxima, em alta de 1,13%.
Dois lados
A pressão positiva veio da Vale e do setor siderúrgico. A ON da Vale encerrou em alta de 6,22%. As ações da Bradespar, grande acionista da mineradora, e das siderúrgicas CSN, Usiminas, Gerdau e Gerdau Metalúrgica figuraram no ranking das maiores altas em boa parte do dia. A pressão negativa veio de grandes bancos, em dia de correção para baixo, com investidores em busca de realizar lucros. A PN do Bradesco, por exemplo, encerrou em queda de 2,82%.
Petrobras
Já as ações PN e ON da Petrobras tiveram comportamentos divergentes, com influência do petróleo positiva. Na ICE, em Londres, o petróleo Brent para maio fechou em alta de 5,47% aos US$ 40,84 por barril. Na Nymex, em Nova York, o contrato do WTI para abril fechou em alta de 5,51, a US$ 37,90 por barril. Na avaliação de Pablo Spyer, diretor de operações da Mirae Asset Wealth Management, um motivo para a ON da Petrobras oscilar e encerrar o dia em queda foi uma forte procura por aluguel das ações. A ON da estatal encerrou em queda de 0,70% e a PN, em alta de 2,08%.
Juros
Em sessão com volume baixo, as taxas de juros futuros fecharam em alta. O movimento é atribuído à correção de parte da trajetória de queda recente. O DI julho de 2016 estava em 14,145%, de 14,125% no ajuste anterior, e o DI janeiro de 2017 projetava 14,125%, de 14,050%. O DI janeiro de 2018 subiu de 14,24% para 14,42%. O DI janeiro de 2021 avançou para 14,89%, de 14,70%. (Agência Estado)





