Bovespa
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Dólar
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Bovespa
No primeiro dia semana, o Ibovespa fechou nesta ontem com valorização. Desde o início do pregão, o índice caminhou em terreno positivo, impulsionado por um grande movimento de compra, com base em notícias externas favoráveis, principalmente vindas da China, e em valorizações dos preços de commodities. No Brasil, a nova fase da Operação Lava Jato também favoreceu a busca por ações.

Índice
Assim que teve início o pregão, o Ibovespa operou em alta de mais de 4%, com destaque para as blue chips. Ao final do dia, os ganhos do Ibovespa ficaram em 4,07%, aos 43.234,85 pontos. Na mínima, a bolsa marcou 41.544 pontos (estável) e, na máxima, 43 345 pontos (+4,34%). No mês, acumula ganhos de 7,00% e, no ano, queda de 0,26%. O giro financeiro totalizou R$ 6,723 bilhões, segundo dados preliminares.

Dólar
O avanço firme do petróleo no exterior abriu ontem para o recuo do dólar ante várias divisas de exportadores de commodities, como o real. No Brasil, este movimento foi potencializado pela nova fase da Operação Lava Jato, que, na visão de alguns profissionais do mercado, pode elevar as chances de cassação da presidente Dilma Rousseff. Em meio a esses fatores, o dólar à vista fechou em baixa de 1,94%, aos R$ 3,9417. Foi o segundo dia útil consecutivo de queda do dólar à vista ante o real (-2,66% no período).

Lava jato
O efeito desse fator externo no câmbio foi amplificado, no Brasil, pela 23ª fase da operação Lava Jato, que incluiu entre seus alvos o marqueteiro João Santana, responsável por campanhas do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff. A avaliação, tanto no mercado financeiro quanto na oposição a Dilma, era de que, ao atingir João Santana, a investigação tende a complicar ainda mais o governo.

Risco
A moeda americana caía desde o início do dia sob influência do exterior, onde havia nítida busca por ativos mais arriscados, como ações e divisas de países emergentes ou exportadores de commodities. Por trás disso estava o petróleo, com ganhos firmes tanto em Londres quanto em Nova York.

Taxa de juros
O apetite pelo risco a partir do ambiente externo promoveu uma rodada de alívio de prêmios na curva de juros,principalmente nos mais longos, reduzindo sua inclinação. As taxas caíram desde a abertura, em linha como o dólar, favorecidas, ainda, pela deflagração da Operação Acarajé.

DI
Ao término da negociação regular, o DI julho de 2016 fechou em 14,170%, de 14,205% no ajuste anterior, e o DI janeiro de 2017 terminou em 14,180%, de 14,235% no ajuste da sexta-feira. O DI janeiro de 2018 caiu de 14,67% para 14,63% e o DI janeiro de 2021, de 15,75% para 15,50%.

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