Vale
sobe
Petrobras
desce

Ibovespa
O Ibovespa fechou o pregão em alta de 2,13%, aos 40.947,70 pontos, maior nível desde 6 de janeiro (41.773,14 pontos). Na mínima, marcou 40.074 pontos (-0,05%) e, na máxima, 41.206 pontos (+2,78%). Em três sessões, subiu 4,14%. No mês, voltou a acumular valorização, de 1,34%, mas, em 2016, tem perdas de 5,54%. O giro financeiro totalizou R$ 5,098 bilhões, segundo dados preliminares.

China
Pela manhã, o impulso comprador veio da China, onde as bolsas tiveram forte ganho após novos dados mostrarem concessão recorde de crédito no setor bancário do país e também após nova injeção de capital pelo banco central chinês, o PBoC.

EUA
A sessão de ganhos teve influência ainda da alta das bolsas norte-americanas, nesta volta do feriado do Dia dos Presidentes. Às 18h07, o Dow Jones avançava 1,15%, o S&P tinha ganho de 1,38%, e o Nasdaq subia 1,94%.

Petróleo
Como contraponto, o petróleo terminou a sessão em baixa, depois que o encontro entre produtores em Doha terminou sem agradar ao mercado. Os países participantes concordaram apenas em manter o volume de produção, sem aumentar, mas também sem diminuir.

Petrobras
Aqui, Petrobras fechou em baixa de 2,18% na ON e de 1,77% da PN, com a venda principalmente por parte de estrangeiros. Esse vencimento acabou trazendo fluxo estrangeiro aos negócios e sustentou a bolsa.

Bancos
Muitos dos investidores gringos compraram Bradesco PN (+3,58%) e Itaú Unibanco PN (+2,43%). Ainda no segmento financeiro, BB ON teve valorização de 1,98% e Santander unit subiu 2,06%. A perspectiva de manutenção e até mesmo corte da Selic este ano também deu sustentação aos negócios com ações na Bovespa.

Siderúrgicas
Vale ON subiu 7,42% e Vale PNA, 6,03%. No setor siderúrgico, Usiminas (PNA, +8,89%, e ON, +10,96%) subiu puxada pela notícia de que uma de suas controladoras, o grupo Nippon Steel, pode participar de um eventual aumento de capital na siderúrgica brasileira.

Dólar
O dólar teve alta de 1,83% no valor à vista ante o real, aos R$ 4,0707. Em seis sessões, os ganhos acumulados são de 4,36%. A divisa para março, que encerraria apenas às 18h15, avançava 1,82%, aos R$ 4,0865.

Juros
O contrato de DI para abril de 2017 chegou ao final do horário regular de negociação com taxa de 14,165%, ante 14,180%. O DI para julho deste ano projetou 14,255%, contra 14,280%. O vencimento para janeiro de 2017 teve a taxa reduzida de 14,40% para 14,28%. O contrato de DI com vencimento em janeiro de 2018 terminou o dia com taxa de 14,87%, ante 15,04%. Já o DI para janeiro de 2021 terminou o dia estável, com taxa de 16,02%.

(Agência Estado)

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