MERCADO FINANCEIRO
Em alta
A Bovespa terminou o primeiro pregão da semana em alta, de olho no comportamento das bolsas asiáticas e europeias, já que Wall Street não funcionou em razão do feriado do Dia dos Presidentes. Os dados mais fracos da balança comercial chinesa criaram expectativas por mais estímulos e isso impulsionou as ações. Commodities subiram e contribuíram para o movimento.
Ibovespa
O Ibovespa terminou o dia com elevação de 0,72%, aos 40.092,89 pontos. Na mínima, marcou 38.808 pontos (estável) e, na máxima, 40.671 pontos (+2,17%). No mês, acumula -0,77% e, no ano, perda de 7,51%. O giro financeiro totalizou R$ 4,900 bilhões, dos quais R$ 2,339 bilhões referem-se ao vencimento de opções sobre ações.
Pequim
O índice perdeu força nos ajustes finais, com Vale e Petrobras indo para as mínimas do dia. Esses papéis, no entanto, subiram todo o dia, ajudados pelas expectativas de que Pequim lance mão de medidas para estimular sua economia, revitalizadas depois da divulgação da balança comercial do país.
Vale
Vale ON terminou com ganho de 2,54% e Vale PNA, de 3,04%. BradesPar PN, acionista da empresa, também subiu, 3,35%. O minério de ferro iniciou a semana com alta de 5,6% no mercado à vista chinês, cotado em US$ 45,6 a tonelada seca, marcando, assim, o maior valor da tonelada do insumo em 2016, de acordo com dados do The Steel Index.
Petróleo
Petrobras ON teve ganho de 1,90% e Petrobras PN, 1,57%. Na reta final da sessão, uma autoridade da Opep informou que os ministros da Rússia e da Arábia Saudita discutirão produção de petróleo em Doha. Venezuela e Nigéria também participarão do mesmo encontro. Já o petróleo negociado em Londres subiu 0,09%, a US$ 33,39 o barril.
Dólar
O feriado do Dia dos Presidentes nos EUA reduziu a liquidez nos mercados de moeda em todo o mundo. No Brasil, o dólar oscilou em margens bastante estreitas durante toda a sessão, sem se afastar muito dos níveis de fechamento da sexta-feira. Um viés negativo para a moeda americana no exterior, após dados fracos divulgados na China e no Japão, também foi percebido por aqui, mas em menor intensidade. Tanto que, no fim, o dólar à vista indicou leve alta de 0,06%, aos R$ 3,9977.
Em queda
Os juros futuros começaram a semana em queda discreta, em linha com a melhora do apetite por risco vista no exterior e com o viés de baixa do dólar ante o real. Contudo, o alívio nos prêmios ocorreu em uma sessão de liquidez muito fraca, uma vez que os mercados norte-americanos estiveram fechados ontem.
Juros
Ao término da sessão regular, o DI abril de 2016 fechou na mínima de 14,180%, ante 14,193% no ajuste da sexta-feira. O DI janeiro de 2017 terminou em 14,400%, de 14,420%. O DI janeiro de 2018 encerrou em 15,04%, de 15,11% no ajuste anterior. E o DI janeiro de 2021, cujo ajuste anterior era de 16,06%, terminou a 16,02%.
(Agência Estado)





