Itaú Unibanco PN
sobe
BB ON
desce

Em alta
A Bovespa trabalhou em sintonia com o comportamento das bolsas internacionais e terminou ontem a sessão em alta. O fôlego, entretanto, foi curto, a despeito da presença do estrangeiro na compra, e não trouxe o principal índice à vista de volta aos 40 mil pontos. O Ibovespa terminou o dia em alta de 1,25%, aos 39.808,05 pontos. Na mínima, marcou 39.324 pontos (+0,02%) e, na máxima, 39.901 pontos (+1,48%). Na semana, caiu 1,93%. No mês, acumula perda de 1,48% e, no ano, de 8,17%. O giro financeiro totalizou R$ 4,330 bilhões, segundo dados preliminares.

Apetite
A disparada do petróleo, depois de ter fechado abaixo de US$ 27 o barril anteontem em Wall Street, a recuperação das bolsas europeias e resultados positivos de empresas trouxeram apetite pelo risco nesta sessão, dando sustentação à alta das bolsas na Europa, Estados Unidos e Brasil.

Petróleo
O petróleo negociado na Nymex fechou com ganhos de dois dígitos (+12,32%), cotado a US$ 29,44 o barril no contrato para março, enquanto, em Londres, a alta foi de 10,98%, a US$ 33,36 o barril, no vencimento de abril. A alta do petróleo favoreceu uma recuperação das ações em Nova York e também da Petrobras: o papel ON avançou 6,77% e o PN, 5,20%. Nos EUA, às 18h14, o Dow Jones subia 1,92%, o S&P, 1,83%, e o Nasdaq, 1,61%.

Sobe e desce
Na Bovespa, o setor bancário não teve desempenho tão pujante. Bradesco PN e Itaú Unibanco PN subiram 0,31% e 0,79%, respectivamente, enquanto BB ON caiu 0,46%. Santander unit fechou em alta de 1,36%. Vale, acompanhando o desempenho das mineradoras na Europa, avançou 3,85% na ON e 2,02% na PNA.

Dólar
O dólar à vista alternou pequenas altas e baixas durante toda o dia e acabou fechando em alta de 0,16%, cotado a R$ 3,9953. A valorização frente ao real ocorreu mesmo diante da melhora do humor no mercado internacional, sustentado pela forte recuperação dos preços do petróleo e com o consequente aumento do apetite por risco dos investidores internacionais. O dólar à vista marcou a máxima de R$ 4,0037 (+0,37%) às 10h29 e a mínima de R$ 3,9669 (-0,55%) às 14h39. Da máxima para a mínima, a moeda americana oscilou -0,92%

Juros
Ao final dos negócios do período regular na BM&F, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em julho de 2016 fechou com taxa de 14,295%, ante 14,315%. O vencimento de janeiro de 2017 terminou o dia projetando 14,420%, ante 14,475% do ajuste anterior. O DI para janeiro de 2018 ficou em 15,11%, ante 15,20%. Na ponta mais longa da curva, o DI para janeiro de 2021 ficou com taxa de 16,06%, ante 16,12%.

(Agência Estado)

mockup