MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Dólar
Desceu
Petrobras
Sem chão
Influenciada pelo recuo do petróleo e das bolsas norte-americanas, o Ibovespa fechou ontem em queda de 1,08%, aos 37.645,48 pontos. Na mínima do dia, marcou 37.046 pontos (-2,66%) e, na máxima, 38.056 pontos (estabilidade). No mês, acumula perda de 13,16%. O giro financeiro totalizou R$ 5,273 bilhões. Os dados são preliminares.
Petróleo
O preço do petróleo negociado na Nymex caiu 6,71% no contrato que venceu ontem, para fevereiro, a US$ 26,55 o barril. No contrato de março, a commodity fechou a US$ 28,35 o barril, em baixa de 4,13%. O recuo no preço da commodity decorreu das perspectivas de desaceleração da economia global, sobretudo na China, somadas ao excesso de oferta e ao vencimento do contrato para fevereiro na Nymex. A Petrobras sofreu mais uma vez com o tombo do petróleo. A ação ON caiu 3,58% e terminou a R$ 5,93 (no mês, acumula baixa de 30,81%). A PN recuou 4,94%, a R$ 4,43 (-33,88% em 2016).
Siderúrgicas
Vale melhorou ao longo da sessão e terminou em alta de 0,33%, enquanto a PNA caiu 1,28%. As ações foram afetadas pela baixa de 2,4% do preço do minério de ferro no mercado à vista, para US$ 41,1 a tonelada seca, além da redução da recomendação pelo HSBC não só para a mineradora como também para a Bradespar. No setor siderúrgico, Metalúrgica Gerdau PN fechou em baixa de 1,90%, Gerdau PN recuou 1,16% e CSN ON caiu 1,83%, mas Usiminas PNA subiu 0,99%.
Nos EUA
Em Nova York, às 18h15, o Dow Jones perdia 1,72%, o S&P, 1,31%, e o Nasdaq, 0,25%.
Dólar
As fortes perdas do petróleo no mercado internacional voltaram a determinar a busca global por ativos considerados mais seguros. Isso impulsionou o dólar em todo o mundo e no Brasil. Após desacelerar um pouco na reta final, com investidores realizando parte dos lucros no intraday, o dólar à vista fechou em alta de 1,00%, aos R$ 4,0998. No mercado futuro, que encerra apenas às 18 horas, a divisa para fevereiro subia no fim da tarde 0,80%, aos R$ 4,1115.
Juros
Os juros futuros de curto prazo se mantiveram em queda firme, provocada pela ampliação das apostas numa decisão menos conservadora do Comitê de Política Monetária (Copom) na noite de ontem. Ao término da sessão regular na BM&FBovespa, o DI para abril de 2016 caía a 14,520%, de 14,598% no ajuste anterior. O DI janeiro de 2017 recuou de 15,380% para 15,145%. Nos longos, o DI janeiro de 2019 fechou em 16,82%, ante 16,67%, e o DI janeiro de 2021 terminou em 16,80%, ante 16,64%. (Com Agência Estado)





