Subiu
Ibovespa
Desceu
Dólar

Inversão
A Bovespa se firmou em alta no meio da tarde de ontem e trabalhou assim até o fim do pregão, interrompendo uma sequência que já tinha seis quedas consecutivas. Os ganhos foram influenciados pela inversão para o positivo dos preços do petróleo e pela recuperação firme das bolsas norte-americanas. Amassadas por um começo de ano bastante fraco, Vale e Petrobras ontem entraram na mira de investidores e subiram mais de 6%.

Valorização
O Ibovespa terminou o dia com valorização de 1,43%, aos 39.500,11 pontos. Na mínima, marcou 38.459 pontos (-1,25%) e, na máxima, 39.502 pontos (+1,43%). No mês, acumula perda de 8,88%. O giro financeiro totalizou R$ 5,064 bilhões.

Destaques
Dois dos papéis que mais sofreram neste começo de mês - Petrobras e Vale - foram os que se destacaram entre as altas ontem. A virada para cima do preço do petróleo serviu de gancho para Petrobras também reduzir a perda acumulada em janeiro. O papel ON terminou em +6,32% e o PN em +7,97% - esta a maior elevação do Ibovespa.

Petróleo
Na Nymex, o contrato do petróleo para fevereiro subiu 2,36%, a US$ 31,20 o barril. Nesta tarde, o presidente do Federal Reserve de St. Louis, James Bullard, se mostrou preocupado com a possibilidade de os baixos preços do petróleo atrasarem a volta da inflação nos EUA para a meta de 2,0%. Segundo ele, "o petróleo tem que encontrar um piso em algum momento".

EUA
Com a alta do petróleo e depois também que Bullard disse que o Fed não pretende elevar juros na reunião de política monetária que ocorrerá no fim de janeiro, as bolsas em Wall Street tiveram um pregão mais vigoroso e, às 18h14, avançavam ao redor de 2%. O Dow Jones subia 1,93%, o S&P, 2,24%, e o Nasdaq, 2,68%. Vale ON fechou em alta de 7,22% e a PNA, de 6,82%, segunda e terceira maiores valorizações do índice.

Dólar
O dólar à vista fechou em baixa de 0,40% ontem e voltou ao patamar abaixo dos R$ 4,00, o que não acontecia desde o último dia 5. A moeda norte-americana terminou o dia cotada a R$ 3,9941, em sua terceira queda consecutiva frente ao real. A recuperação dos preços do petróleo no mercado internacional foi a principal influência para a queda da moeda dos EUA.

Taxa de juros
O mercado futuro de juros se descolou do câmbio e as taxas fecharam com viés de alta, num ambiente de negócios reduzidos. Nos negócios na BM&FBovespa, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em abril de 2016 fechou o horário regular com taxa de 14,695%, ante 14,676% do ajuste anterior. O vencimento de janeiro de 2017 ficou em 15,480%, ante 15,465% do ajuste da quinta. O vencimento de janeiro de 2021 projetou taxa de 16,44%, de 16,29%.

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