Bovespa
Pelo segundo dia consecutivo, a Bovespa fechou ontem com o sinal positivo. O principal indicador da bolsa brasileira encerrou a última sessão da semana em alta de 1,25%, aos 44.014,93 pontos. Na máxima, chegou aos 44.233 pontos (+1,76%). Na mínima, marcou os 43.479 pontos (+0,02%). O giro de negócios ficou em R$ 3,95 bilhões.

Petrobras
Com exceção da PN do Itaú Unibanco, que oscilou entre os sinais positivo e negativo ao longo do dia, as blue chips fecharam em alta. Os destaques foram os papéis da Petrobras e da Vale, que juntos somam 12,66% na carteira do Ibovespa. A petroleira se beneficiou com a alta dos preços do petróleo em Nova York e em Londres.

Em alta
Apesar da alta de 3,98% na ON e 2,06% na PN, as ações ainda registram uma perda de 5,63% e 9,65% no mês de dezembro, respectivamente. Na Nymex, o petróleo para fevereiro fechou a US$ 37,50 por barril, em alta de US$ 1,36 (3,76%). Na ICE, o contrato de petróleo brent para fevereiro fechou a US$ 37,36 por barril, em alta de US$ 1,25 (3,46%).

Vale
Em um dia de estabilidade no preço do minério de ferro, que se manteve acima dos US$ 40 a tonelada, a Vale figurou entre as maiores altas da carteira Ibovespa. Notícias sobre possíveis novos estímulos do governo chinês para a segunda maior economia do mundo, assim como uma melhora em preços de metais, como o cobre, beneficiaram as ações das mineradoras em todo o mundo.

Imagem ilustrativa da imagem MERCADO FINANCEIRO


Europa
Em mercados europeus, a alta de algumas pares da Vale foi preponderante para o fechamento positivo do pregão de ontem. A mineradora brasileira acabou pegando carona no bom humor internacional. Encerrou o pregão em alta de 5,34% (ON) e 4,68% (PNA).

Siderúrgicas
Assim como a Vale, empresas do setor de siderurgia também figuraram entre as maiores altas da carteira Ibovespa, entre elas CSN e Gerdau. A CSN fechou com o maior porcentual de alta do índice (+7,71%).

Dólar
O dólar à vista no balcão terminou o dia negociado a R$ 3,9582 em baixa de 0,83%, no segundo dia consecutivo de queda. Na cotação mínima do dia, por volta das 16h30, a moeda recuou a R$ 3,9509 (-1,01%), enquanto na máxima marcou R$ 3,9941 (+0,07%), ainda nos ajustes da abertura. Foram negociados US$ 2,517 bilhões (US$ 2,512 bilhões em D+2), de acordo com a clearing da BM&FBovespa.
No mercado futuro, o dólar para janeiro estava cotado a R$ 3,9650 (-0,84%) às 17h20, com giro de US$ 10,481 bilhões até ontem.

Juros
Ao fim da sessão regular, o vencimento para janeiro de 2017 indicava 15,83%, ante 15,89%, e o DI para janeiro de 2018 tinha taxa de 16,50%, ante 16,65%. Na ponta longa, o contrato para janeiro de 2021 marcava 16,48%, ante 16,57%.

mockup