Volátil
A Bovespa teve um pregão bastante volátil ontem, mas conseguiu garantir na última hora um fechamento em alta. Em dia de agenda relativamente tranquila, os resultados corporativos se destacaram. O Ibovespa terminou a sessão em alta de 0,71%, aos 48.046,75 pontos. Na mínima, marcou 47.430 pontos (-0,59%) e, na máxima, 48.061 pontos (+0,74%). No mês, acumula ganho de 4,75% e, no ano, perda de 3,92%. O giro financeiro totalizou R$ 6,005 bilhões.

Nos EUA
Nos Estados Unidos, os indicadores divulgados foram mistos e as bolsas operavam em baixa comedida. O Dow Jones cedia 0,18% às 17h33, o S&P recuava 0,26% e o Nasdaq tinha perda de 0,52%.

Petróleo
O recuo do preço do petróleo influenciou o desempenho do setor energético nos EUA e no Brasil, mas, aqui, as ações da Petrobras conseguiram subir no final. A ação ON avançou 0,10% e a PN, 0,37%. Vale ON cedeu 2,59% e Vale PNA caiu 1,63%.

Imagem ilustrativa da imagem MERCADO FINANCEIRO


Resultados corporativos
Entre as empresas que divulgaram balanços durante o dia de ontem, Smiles foi um dos destaques de ganhos do índice hoje, ao subir 6,52%, na segunda colocação. Já a Vivo caiu 4,84%, a maior baixa do Ibovespa.

Dólar
O dólar cedeu mais um pouco ontem, influenciado pela oferta do Banco Central de mais US$ 500 milhões ao mercado e por alguns números negativos divulgados nos Estados Unidos. O dólar à vista terminou em baixa de 0,55%, aos R$ 3,7759. O dólar para dezembro recuava 0,48% às 17h38, aos R$ 3,811.

Taxas de juros
Em um ambiente de negócios bastante reduzido, os juros negociados no mercado futuro mais uma vez se descolaram do câmbio e subiram. O gatilho para o avanço veio de declarações do diretor de Política Econômica do Banco Central, Altamir Lopes, que confirmou oficialmente que a meta de inflação de 4,5% foi deslocada de 2016 para 2017, mas ressaltou que o BC não jogou a toalha no que diz respeito à meta. Segundo Lopes, "o Banco Central adotará as medidas necessárias para o cumprimento dos objetivos do regime de metas e para trazer a inflação à meta de 4,5% ao ano em 2017". No fechamento dos negócios no horário regular, o DI com vencimento em janeiro de 2016 teve taxa de 14,255%, ante 14,245% no ajuste de quarta-feira. O DI de janeiro de 2019 fechou com taxa de 15,72%, frente aos 15,65% do ajuste anterior. Já o vencimento de janeiro de 2021 avançou de 15,52% para 15,57%.

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