Ata
A ata do último encontro do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) definiu a trajetória de alta da Bovespa ontem. Depois de um início bastante volátil,
o principal índice à vista passou a acompanhar de perto Nova York e registrou seu oitavo pregão seguido no azul. O estrangeiro continuou atuando na ponta compradora e entre os destaques de valorização estiveram Petrobras e siderúrgicas.

Bovespa
O Ibovespa terminou o dia de ontem em alta de 0,39%, aos 49.106,55 pontos, maior nível desde 10 de agosto (49.353,00 pontos). Na mínima, marcou 48.658 pontos (-0,52%) e, na máxima, 49.247 pontos (+0,68%). Nestes oito pregões de elevação, acumulou +11,71%.
No mês, sobe 8,98% e, no ano, cai 1,80%. O giro financeiro totalizou R$ 6,763 bilhões.

Pregão
Durante a primeira parte do pregão, o Ibovespa exibiu bastante volatilidade, com investidores indecisos entre uma realização de lucros após as até então sete altas seguidas, justificada após a derrota do governo no Tribunal de Contas da União (TCU), ontem, e a continuidade das compras de papéis. Mas a ata do Fed definiu a trajetória,
ao vir ‘dovish’ e sinalizar que o aumento de juros nos EUA pode ficar para o próximo ano.

Imagem ilustrativa da imagem MERCADO FINANCEIRO


Dow Jones
Nos EUA, o Dow Jones subiu 0,82%, aos 17.050,75 pontos, o S&P avançou 0,88%, aos 2.013,43 pontos, e o Nasdaq teve elevação de 0,41%, aos 4.810,79 pontos. Pela manhã, havia sido divulgado que o número de pedidos de auxílio-desemprego diminuiu para 263 mil na última semana, abaixo da previsão de 273 mil. E o dado da semana anterior foi revisado de 277 mil para 276 mil.

Dólar
A moeda norte-americana fechou em baixa de 1,70% , a R$ 3,810, menor cotação desde 9 de setembro. Os investidores observaram principalmente a melhora de humor dos mercados internacionais nos últimos dias, o que faz o dólar perder valor também frente a outras moedas.

Juros
As taxas de juros negociadas no mercado futuro fecharam em baixa ontem. Embora o ambiente político no Brasil continue a dar sinais de instabilidade, os investidores voltaram a reduzir as projeções para os juros, acompanhando a queda do dólar frente ao real.

BM&FBovespa
Nos negócios na BM&FBovespa, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2016 fechou com taxa de 14,321% no horário regular de negociação, contra 14,40% do ajuste de quarta-feira. O DI para janeiro de 2017 terminou com taxa de 15,23%, frente aos 15,48% do ajuste anterior.
O vencimento para janeiro de 2019 teve taxa de 15,50%, de 15,65%. Na ponta mais longa da curva, o DI para janeiro de 2021 ficou com taxa de 15,32%, ante 15,47%.

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