Ibovespa
O Ibovespa terminou o pregão em alta de 0,56%, aos 45.313,27 pontos. Na mínima, marcou 44.789 pontos (-0,60%) e, na máxima, 45.547 pontos (+1,08%). Nestes três dias no azul, subiu 3,08%. No ano até ontem, acumula perda de 9,39%. O giro financeiro totalizou R$ 6,220 bilhões.

China
Os investidores gostaram dos números apresentados pela China, o que favoreceu a forte evolução dos papéis da Vale. O índice dos gerentes de compras (PMI) oficial da indústria da China subiu de 49,7 em agosto para 49,8 em setembro, ante previsão de estabilidade. Já o PMI industrial chinês elaborado pela Markit e pela Caixin Media caiu de 47,3 em agosto para 47,2 em setembro, no menor patamar em 78 meses.

EUA
Os números conhecidos nos EUA apagaram o bom humor, entre eles os pedidos de auxílio-desemprego, que subiram 10 mil na última semana nos EUA, para 277 mil, acima da previsão de 271 mil.

Inversão
As bolsas norte-americanas, assim, passaram a tarde no vermelho e levaram a Bovespa a inverter a trajetória na hora do almoço. O fechamento, no entanto, foi melhor do que o visto à tarde. Dow Jones fechou em baixa de 0,08%, aos 16.272,01 pontos. S&P subiu 0,20%, aos 1.923,82 pontos, e o Nasdaq terminou com elevação de 0,15%, aos 4.627,08 pontos.

Imagem ilustrativa da imagem MERCADO FINANCEIRO


Sobe e desce
Ajudada pelos dados da China e também pela alta do dólar, Vale subiu 3,86% na ON e 4,50% na PN. Petrobras, por outro lado, até abriu em alta, mas, na esteira da inversão para baixo do preço do petróleo, devolveu os ganhos e fechou em baixa, de 1,99% na ON e de 3,04% na PN.

Bancos
As instituições financeiras, por sua vez, fecharam majoritariamente em alta: Bradesco PN, +1,35%, Itaú Unibanco PN, +1,43%, Santander unit, +2,38%, mas BB ON caiu 1,91%.

Dólar
Depois de uma trégua de dois dias, o dólar fechou em alta de 0,40% no mercado à vista, cotado a R$ 3,990. O cenário internacional mais ameno, com os dados positivos da China, contribuiu para a queda das cotações pela manhã, mas o cenário interno repleto de incertezas trouxe a cautela de volta à tarde.

Juros
Nos negócios na BM&F, o contrato de DI com vencimento em janeiro de 2016 encerrou os negócios com taxa de 14,68%, contra 14,615%. O vencimento de janeiro de 2017 terminou em 15,77%, de 15,60%. O DI de janeiro de 2019 ficou com taxa de 15,89%, de 15,82%. O vencimento mais longo, de janeiro de 2021, terminou com taxa de 15,65%, acima do ajuste anterior, de 15,60%.

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