Bovespa
A Bovespa exibiu força na sessão de ontem ao trabalhar em elevação o dia todo e terminar com a maior variação porcentual desde o fim de agosto. Foi o terceiro pregão seguido no azul. Apenas seis ações do Ibovespa terminaram em queda, mas, entre as altas, destaque para o vigor de Petrobras.

Recuperação
O índice subiu 2,51%, maior ganho desde os 3,64% de 27 de agosto passado. Fechou nos 48.553,09 pontos, maior nível desde os 49.072,34 pontos de 11 de agosto. Na mínima, marcou 47.364 pontos (estabilidade) e, na máxima, 48.681 pontos (+2,78%). No mês, acumula alta de 4,14% e, no ano, queda de 2,91%. Nestes três dias seguidos de elevação, avançou 4,64%. O giro financeiro totalizou R$ 8,116 bilhões. Operadores citaram a entrada de fluxo de estrangeiros na bolsa durante o dia.

Petrobras
Petrobras esteve na lista de maiores altas do índice após avançar 8,59% na ON e 6,41% na PN. Os ganhos foram impulsionados pelo salto de 5,74% no contrato de petróleo negociado na Nymex para outubro, que fechou a US$ 47,15, depois que os estoques norte-americanos da commodity recuaram.

Dow Jones
No exterior, as bolsas subiram e também contribuíram para a alta do Ibovespa. Dow Jones fechou em alta de 0,84%, aos 16.739,95 pontos, S&P avançou 0,87%, aos 1.995,31 pontos, e o Nasdaq teve valorização de 0,59%, aos 4.889,24 pontos.

Imagem ilustrativa da imagem MERCADO FINANCEIRO


Reflexo
A expectativa em relação ao Federal Reserve (Fed, o banco central americano), que hoje decide a política monetária nos Estados Unidos, fez com que o dólar trabalhasse em queda no mercado externo e tal comportamento se refletiu no Brasil ontem.

Dólar
O dólar terminou a sessão em queda de 0,60%, a R$ 3,8330. Na mínima, marcou R$ 3,8190 e, na máxima, R$ 3,86. No mês, acumula alta de 5,51% e, no ano, de 44,37%.

Futuro
No mercado futuro, a moeda para outubro recuava 0,81%, a R$ 3,8535. Os dados do fluxo cambial não chegaram a fazer preço, mas chega a ser curioso o resultado da semana passada. Houve saída de US$ 860 milhões, dos quais a maior parte ocorreu na terça-feira, 8, com US$ 560 milhões, um dia antes de a agência de classificação de risco rebaixar a nota brasileira. No mês até o dia 11, o fluxo cambial acumula saída de US$ 517 milhões e, no ano até a mesma data, tem entrada de US$ 10,758 bilhões.

Juros
No término da sessão regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2016 tinha taxa de 14,350%, ante 14,355% no ajuste de ontem. O DI para janeiro de 2017 estava em 15,01%, de 14,99% na véspera.
Os contratos com vencimento em janeiro de 2019 indicavam 15,11%, ante 15,07% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2021 apontava 14,99%, de 14,96%.

mockup