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Ibovespa

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Juros

Ibovespa
A Bovespa recuperou quase 1,5 mil pontos apenas na sessão de ontem recuperando o patamar de 46 mil pontos registrado pela última vez no dia 20. A alta foi sustentada por uma injeção de capital na China, dados bons nos EUA, declarações de um dirigente do Federal Reserve e a aprovação da MP 675. O Ibovespa terminou a sessão em alta de 3,35%, aos 46.038,07 pontos. Na mínima, marcou 44.540 pontos (-0,01%) e, na máxima, 46.039 pontos (+3,36%). No mês, acumula perda de 9,49% e, no ano, de 7,94%. O giro financeiro totalizou R$ 6,970 bilhões.

China
Após o fechamento do mercado, o Banco do Povo da China (PBoC) injetou 140 bilhões de yuans (US$ 21,8 bilhões) no sistema bancário, por meio de operações de liquidez de curto prazo. Nos EUA, as encomendas de bens duráveis avançaram 2% em julho ante junho, bem acima da previsão de alta de 0,1% dos economistas.
As bolsas norte-americanas tiveram avanço vigoroso: o Dow Jones subiu 3,95%, aos 16.285,51 pontos, o S&P avançou 3,90%, aos 1.940,51 pontos, o Nasdaq teve valorização de 4,24%, aos 4.697,54 pontos.

Bancos
No Brasil, a aprovação, pela comissão mista do Congresso, da MP 675 também contribuiu para a alta do mercado, ao influenciar a valorização das ações dos bancos. Apesar de elevar de 15% para 20% a alíquota da CSLL, o valor é menor do que sugeriu a relatoria inicialmente (alta para 23%) e o aumento terá prazo de validade: expira em 1º de janeiro de 2019. O governo não previa fim.
Bradesco PN subiu 4,92%, Itaú Unibanco PN, 6,04%, BB ON, 4,92%, Santander unit, 5,56%. Petrobras ON, +2,82%, PN, +2,66%; Vale ON, +3,58%, PNA, +2,93%. As siderúrgicas foram além: Gerdau PN, +6,56%, Metalúrgica Gerdau PN, +6,40%, Usiminas PNA, +7,84%, CSN ON, +12,95%.

Dólar
O dólar terminou a sessão de ontem longe das máximas do dia, mas ainda em alta, perfazendo a quarta sessão consecutiva de ganhos. O dólar balcão encerrou o dia em alta de 0,31%, a R$ 3,6030, maior preço desde os R$ 3,6050 de 25 de fevereiro de 2003. Nestes quatro dias em elevação, acumulou variação positiva de 4,37%. Na mínima do dia, a moeda marcou R$ 3,5870 e, na máxima, R$ 3,6560. No mês, acumula alta de 5,44% e, no ano, de 35,71%. No mercado futuro, o dólar para setembro caía 0,40% às 16h34, para R$ 3,610.
Juros

Os juros terminaram a sessão perto das mínimas. No fechamento da sessão regular do mercado de juros, o contrato para janeiro de 2016 marcou 14,245%, de 14,255%. O DI para janeiro de 2017 ficou em 13,96%, de 14,11%, o de janeiro de 2019 em 13,83%, de 14,03%, enquanto o DI para janeiro de 2021 marcou 13,76%, de 13,95%.

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