MERCADO FINANCEIRO
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 29 de julho de 2015
Agência Estado 
Recuperação
A Bovespa deu continuidade ao movimento de recuperação da véspera e subiu mais um pouco ontem, recuperando o patamar de 50 mil pontos do qual saiu no último dia 22. A alta foi influenciada principalmente pelas ações de estatais, como Petrobras, que disparou 7%, e Banco do Brasil, e acompanhou ainda a valorização das bolsas no exterior.
Valorização
O Ibovespa terminou o dia em alta de 1,30%, aos 50.245,14 pontos. Na mínima, marcou 49.422 pontos (-0,36%) e, na máxima, marcou 50.333 pontos (+1,47%). No mês, acumula perda de 5,34% e, no ano, voltou a somar valorização, de 0,48%. O giro financeiro totalizou R$ 6,777 bilhões.
FED
Ontem, o destaque foi o encontro de política monetária do Federal Reserve, que manteve inalterada a taxa de juro entre zero e 0,25% e não deu indícios em seu comunicado de que o início do aperto monetário acontecerá em setembro. Segundo o BC dos EUA, houve progressos em empregos, mas não em inflação, justamente um dos pontos observados pela instituição para começar a elevar os juros no país.

Reação
A reação da Bovespa foi morna ao comunicado, diminuindo um pouco as altas, acompanhando a reação imediata de Wall Street. Mas logo voltou a acelerar. Petrobras ON teve valorização de 7,47% e PN, de 7,52%. BB ON subiu 4,43%. Vale ON, +1,44%, Vale PNA, +1,68%. Bradesco PN, + 1,10%, Itaú Unibanco PN, +0,99%, e Santander unit, -0,80%.
EUA
Em Wall Street, o Dow Jones terminou em alta de 0,69%, aos 17.751,39 pontos, o S&P 500 fechou com ganho de 0,73%, aos 2.108,57 pontos, e o Nasdaq subiu 0,44%, aos 5.111,73 pontos.
Taxa de juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, o DI para outubro de 2015 marcava 14,18%, de 14,184% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2016 apontava 14,29%, de 14,32% na véspera. O DI para janeiro de 2017 mostrava 13,84%, de 13,93% no ajuste anterior. E o DI para janeiro de 2021 indicava 13,04%, de 13,00% anteontem.
O dólar comercial terminou a sessão em baixa de 1,19%, a R$ 3,33.
Dólar
O dólar interrompeu uma sequência de cinco altas, período no qual acumulou forte elevação (+6,38%) e saiu de R$ 3,16 para R$ 3,37. O movimento de ontem foi interpretado como uma acomodação. O dólar comercial terminou a sessão em baixa de 1,19%, a R$ 3,33. Na mínima, marcou R$ 3,3150 e, na máxima, R$ 3,3710. No mês, sobe 7,11% e, no ano, 25,42%. No mercado futuro, a moeda para agosto operava em baixa de 0,86%, a R$ 3,332.


