Ibovespa
Ontem, a Bovespa apagou a realização de lucros vista pela manhã e trabalhou em alta durante a tarde, mirando o mercado norte-americano, mas com dinamismo menor. Petrobras subiu e ajudou a segurar o índice, enquanto o tombo de Gerdau e a queda de siderúrgicas e Vale pressionou do outro lado. O Ibovespa terminou em alta de 0,23%, aos 53.239,17 pontos. Na mínima, marcou 52.653 pontos (-0,88%) e, na máxima, 53.416 pontos (+0,56%). No mês, acumula ganho de 0,30% e, no ano, de 6,46%. O giro financeiro totalizou R$ 5,153 bilhões.

Petróleo
Petrobras, que pela manhã chegou a operar com 2% de queda, avançou, acompanhando as oscilações do petróleo. A expectativa sobre o acordo nuclear fechado entre o Irã e seis potências havia levado muitos investidores a apostar na queda do petróleo, uma vez que o Irã, importante produtor, voltaria a exportar. A leitura, com o acordo enfim finalizado, entretanto, foi outra. A de que o país deve demorar ainda a retomar a produção e exportação do produto e, por isso, o petróleo voltou a subir. O preço do petróleo, que pela manhã também caiu, terminou em alta de 1,61% na Nymex, a US$ 53,04 o barril. Petrobras ON subiu 1,81% e PN, 1,52%.


Imagem ilustrativa da imagem MERCADO FINANCEIRO


Vale
Vale, prejudicada pelo recuo do preço do minério de ferro na China, por uma realização de lucros após a forte alta de anteontem e também por uma leitura de que o corte de produção não é ‘tão bom assim’, terminou em baixa de 3,68% na ON e de 3,26% na PNA.

EUA
Nos EUA, as bolsas subiram: Dow Jones terminou o dia em alta de 0,42%, aos 18.053,58 pontos, S&P 500 avançou 0,45%, aos 2.108,95 pontos, e Nasdaq teve ganho de 0,66%, aos 5.104,89 pontos. Indicadores conhecidos voltaram a aventar a possibilidade no mercado de adiamento do início do aperto monetário pelo Fed.

Dólar
Após registrar queda por três sessões, acumulando no período desvalorização em torno de 3%, o dólar fechou em ligeira alta, definida na hora final dos negócios, fruto de recomposição técnica de posições. A moeda acabou fechando em alta leve, mas na máxima, a R$ 3,1380 (+0,16%) no balcão. Na mínima, o dólar à vista chegou a R$ 3,1140, baixa de 0,61%. O volume no segmento à vista perto das 16h30 era de apenas US$ 586 milhões.

Juros
Os juros futuros novamente terminaram perto dos ajustes anteriores, com ligeiro viés de baixa, em meio aos indicadores fracos do varejo e à cautela com o quadro fiscal. Ao término da sessão regular, o DI janeiro de 2016 fechou estável em 14,04% e o DI janeiro de 2017 passou de 13,56% no ajuste de ontem para 13,53%. O DI janeiro de 2021 encerrou em 12,59%, de 12,60% no ajuste de segunda-feira.

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