MERCADO FINANCEIRO
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 08 de julho de 2015
Agência Estado 
Subiu
Dólar
Desceu
Bovespa
Flerte
Depois de flertar por vários dias com os 51 mil pontos, a Bovespa finalmente terminou neste patamar. A queda das commodities e as preocupações com a China pressionaram os papéis de empresas como Vale, Petrobras e siderúrgicas, levando o Ibovespa a cair mais de 1%. A ata do Federal Reserve acabou causando uma piora pontual do índice, mas não foi preponderante na sessão.
Índice
O Ibovespa terminouem baixa de 1,07%, aos 51.781,74 pontos, menor nível desde 31 de março (51.150,16 pontos). Na mínima, marcou 51.574 pontos (-1,47%) e, na máxima, 52.468 pontos (+0,24%). No mês, acumula perda de 2,45% e, no ano, alta de 3,55%. O giro financeiro totalizou R$ 5,710 bilhões.
Petrobras
Petrobras ON caiu 1,37%, Petrobras PN, 1,95%, Vale ON, 4,29%, Vale PNA, 4,03%. Gerdau PN perdeu 2,28%, Metalúrgica Gerdau PN, 3,10%, Usiminas PNA, 3,36% e CSN ON, 5,10%. No setor financeiro, Bradesco PN, -1,79%, Itaú Unibanco PN, -1,15%, BB ON, -1,11%, e Santander unit, -1,62%.À tarde, a Bovespa renovou as mínimas, na esteira da divulgação da ata do Federal Reserve, que provocou discreta ampliação das perdas nos índices acionários em Nova York.
Dow Jones
Em Wall Street, o Dow Jones terminou em queda de 1,47%, aos 17.515,42 pontos, o S&P 500 caiu 1,66%, aos 2.046,69 pontos, e o Nasdaq recuou 1,75%, aos 4.909,76 pontos.
Fed
O documento do Fed mostrou que a maioria dos dirigentes do banco central norte-americano desejou mais informações em junho, antes de tomar a decisão para alta da taxa de juros, e que vários dirigentes mencionaram as incertezas sobre a China e a Grécia na reunião mais recente.
Dólar
O dólar terminou o dia em alta pela quarta sessão consecutiva - ou pela quinta vez se considerados os seis primeiros pregões deste mês. As tensões externas, sobretudo na China, pressionaram a moeda, que superou R$ 3,20. O dólar terminou a R$ 3,2280, em alta de 1,41%, no maior patamar desde 27 de março (R$ 3,2360). Na mínima do dia, marcou R$ 3,1890 e, na máxima, R$ 3,2430. No mês, acumula valorização de 3,83% e, no ano, de 21,58%.
Taxa de juros
As taxas dos DIs terminaram a sessão de ontem majoritariamente em baixa, influenciadas pelo IPCA um pouco mais fraco do que a mediana das estimativas. O efeito foi sentido principalmente na parte curta e intermediária da curva de juros. A parte longa também foi pressionada para baixo à tarde, após a divulgação da ata do último encontro de política monetária do Federal Reserve. Ao término da sessão regular na BM&FBovespa, o DI para outubro de 2015 marcava 14,010%, de 14,019% no ajuste anterior e DI para janeiro de 2016 apontava 14,06%, de 14,12% na véspera. O DI para janeiro de 2017 mostrava 13,66%, de 13,72% no ajuste anterior.


