Recuperação de papéis
A Bolsa devolveu as perdas exibidas na maior parte da sessão e conseguiu fechar em alta, refletindo a melhora das bolsas norte-americanas e a recuperação de papéis como Vale e Petrobras. Assim, mais uma vez, conseguiu sustentar o patamar de 52 mil pontos, depois de flertar com os 51 mil pontos durante o dia. O Ibovespa terminou em alta de 0,37%, aos 52.343,71 pontos. Na mínima, marcou 51.130 pontos (-1,96%) e, na máxima, 52.388 (+0,46%). No mês, acumula perda de 1,39%. No ano, ainda sobe 4,67%. O giro financeiro totalizou R$ 7,194 bilhões.

Petróleo
A recuperação da tarde de ontem veio na esteira da melhora do petróleo. Na Nymex, o preço do barril para agosto caiu 0,38%, a US$ 52,33, o menor preço desde abril de 2013. O petróleo no mercado eletrônico, entretanto, passou a subir e operava com valorização de 0,74% por volta das 17h15, enquanto o Brent subia mais de 1%.

Wall Street
Petrobras melhorou com o petróleo, que também favoreceu a recuperação de papéis de empresas do setor em Wall Street. A evolução lá fora e aqui, no entanto, também contou com notícias de que a Grécia pode fechar um acordo de curto prazo, de dois ou três anos, com os credores. O Dow Jones avançou 0,53%, aos 17.776,91 pontos, o S&P 500 teve valorização de 0,61%, aos 2.081,34 pontos, e o Nasdaq teve ganho de 0,11%, aos 4.997,46 pontos.


Imagem ilustrativa da imagem MERCADO FINANCEIRO


Inversão
Na Bovespa, o recuo do preço do minério da China e o do preço do petróleo mais cedo levaram Vale e Petrobras a caírem em grande parte da sessão. Esses dois papéis foram responsáveis pela inversão e, no final, Petrobras ON subiu 2,41%, PN, 2,61%, Vale ON, 1,59% e Vale PNA, 1,20%.

Dólar
O preço no fechamento do balcão é o maior desde 29 de maio de 2015. O dólar à vista fechou em R$ 3,1830 (+1,08%) no balcão. O volume era de US$ 1,5 bilhão aproximadamente às 16h45. A máxima foi de R$ 3,2000 e a mínima, de R$ 3,1580.

Taxa de juros
Os juros passaram o dia em alta moderada, mas viraram para a queda no término dos negócios, na esteira da informação sobre mais uma tentativa de consenso entre a Grécia e os líderes europeus. Ao término da sessão regular na BM&FBovespa, o DI janeiro de 2016 encerrou em 14,12%, de 14,16% no ajuste de anteontem; o DI janeiro de 2017 fechou em 13,72%, de 13,75% no ajuste anterior; e o DI janeiro de 2021 caiu de 12,66% para 12,63%.

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