SubiuPetrobras

Desceu
Nasdaq

Recuperação
A Bovespa passou ontem por um dia de recuperação, após o recuo firme de anteontem e em função do otimismo com o futuro da Petrobras. A bolsa brasileira subiu 1,58%, aos 54.016,97 pontos, deixando de lado o cenário visto em Nova York, onde os principais índices de ações terminaram em sentidos mistos. Na mínima do dia, o Ibovespa marcou 53.151 pontos (-0,05%) e, na máxima, 54.076 pontos (+1,69%). Na semana, acumulou valorização de 0,50% e, no mês, sobe 2,38%. No acumulado de 2015, há alta de 8,02%. O giro financeiro totalizou R$ 5,500 bilhões.

Pré-sal
A possibilidade de a Petrobras reduzir em até 40% os investimentos a serem feitos nos próximos cinco anos era bem vista e ajudava a sustentar os papéis. Do mesmo modo, existe a expectativa de que o Congresso possa votar pelo fim da exigência de que a Petrobras participe com pelo menos 30% nos consórcios de exploração do pré-sal. Neste cenário, Petrobras ON disparou 4,79% e a ação PN da estatal subiu 4,84%. Com o movimento quase generalizado de recuperação e correção de preços, Vale ON avançou 1,55% e o papel PNA da estatal teve alta de 1,21%.

Exterior
No exterior, o cenário manteve-se nebuloso. As bolsas europeias fecharam sem uma direção única, com a de Londres em baixa de 0,79% e a de Paris e de Frankfurt em alta de 0,35% e 0,17%, respectivamente. Como pano de fundo estão as preocupações sobre o futuro da Grécia na zona do euro. Neste fim de semana, as negociações entre Atenas e credores continuam. Em Nova York, os principais índices também adotam sentidos divergentes: o Dow Jones subiu 0,32%, aos 17.947,02 pontos, mas o S&P 500 e o Nasdaq caíram 0,03% e 0,62%, nesta ordem, aos 2.101,61 pontos e 5.080,51 pontos.

Dólar
O dólar à vista de balcão subiu 0,26%, aos R$ 3,1280, acumulando ganhos de 0,87% na semana e de 1,53% nos últimos quatro dias. O giro financeiro à vista era limitado, perto de US$ 1,269 bilhão próximo das 16h30. Já o dólar futuro para julho havia movimentado cerca de US$ 14 bilhões.

Taxas de juros
No fim da sessão regular da BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juros com vencimento em outubro de 2015 estava em 14,050%, ante 14,029% do ajuste de anteontem, enquanto o DI para janeiro de 2016 marcava 14,30%, ante 14,29%, e o vencimento para janeiro de 2017 indicava 14,05%, ante 14,06%. O DI para janeiro de 2021 terminou a 12,68%, ante taxa de 12,82% da véspera.

(Agência Estado)

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