Virada
A Bovespa teve um pregão bastante volátil ontem, no qual passou a maior parte do período vespertino em queda. Apesar disso, virou para cima nos minutos finais e conseguiu garantir pequena elevação no fechamento, sustentada sobretudo por Petrobras, embora os bancos também tenham ajudado. O Ibovespa terminou o dia em alta de 0,13%, aos 53.842,53 pontos. Na mínima, marcou 53.628 pontos (-0,27%) e, na máxima, 54.236 pontos (+0,86%). No mês, sobe 2,05% e, no ano, 7,67%. O giro financeiro totalizou R$ 5,491 bilhões.

Destaque
Ontem, Petrobras foi um dos destaques do pregão depois que notícia do Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, informou que o plano de negócios da empresa 2015-2019 deve ser cortado em até 40%. A notícia foi vista com bons olhos, já que pode desalavancar a empresa e reduzir seu endividamento. A companhia, no entanto, declarou que o plano ainda está em elaboração. Depois de titubear um pouco, os papéis voltaram a ganhar tração e terminaram em alta de 1,88% na ON e de 1,77% na PN.


Imagem ilustrativa da imagem MERCADO FINANCEIRO


Perdeu força
Vale, que subia mais cedo e ajudava a segurar uma alta mais firme da bolsa, perdeu força. O papel ON terminou com queda de 0,05% e o PNA, com baixa de 0,06%. A bolsa também perdeu força à tarde com a indefinição da situação grega e após declarações céticas de representantes dos países do euro com relação a um acordo para salvar o país. O encontro foi muito breve e terminou, de fato, sem novidades. Uma nova rodada acontecerá hoje.

EUA
As bolsas norte-americanas acabaram nas mínimas: o Dow Jones caiu 0,98%, aos 17.966,07 pontos, o S&P 500 perdeu 0,74%, aos 2.108,58 pontos. Nasdaq teve desvalorização de 0,73%, aos 5.122,41 pontos, fora da mínima. No setor financeiro doméstico, BB ON, +1,96%, Itaú Unibanco PN, +0,34%, Bradesco PN, +0,38%, e units do Santander, +0,90%.

Dólar
O dólar trabalhou praticamente o dia todo em alta, em sintonia com o mercado externo e com volume baixo. O dólar à vista de balcão fechou em alta de 0,39%, aos R$ 3,095. Na mínima, marcou R$ 3,0690 e, na máxima, R$ 3,1020. No mês, a moeda tem queda de 2,83%, mas, no ano, sobe 16,57%. A moeda para julho subia 0,55%, a R$ 3,1015, às 16h32.

Taxa de juros
O DI para outubro de 2015 marcava 14,01%, de 13,960% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2016 apontava 14,23%, de 14,14% anteontem. O DI para janeiro de 2017 mostrava 13,94%, de 13,84% no ajuste anterior. E o DI para janeiro de 2021 indicava 12,66%, de 12,62% na véspera.

mockup