Em alta
A Bovespa fechou o dia em alta, interrompendo uma sequência de três quedas, influenciada pela alta do mercado externo e pelo vencimento de Ibovespa futuro e opções sobre Ibovespa, hoje. Os ganhos foram conduzidos pela valorização das ações dos bancos e de Petrobras, impulsionados por compras de investidores estrangeiros. Os frigoríficos também tiveram um dia positivo, enquanto Vale e siderúrgicas recuaram.

Ibovespa
O Ibovespa terminou a sessão com ganho de 1,06%, aos 53.702,15 pontos. Na mínima, marcou 53.107 pontos (-0,06%) e, na máxima, registrou avanço de 1,56%, aos 53.969 pontos. No mês, acumula elevação de 1,79% e, no ano, de 7,39%.

Aço
Vale ON recuou 2,90% e Vale PNA, 2,46%. O setor siderúrgico também caiu: Gerdau PN, -3,08%, Metalúrgica Gerdau PN, -1,88%, Usiminas PNA, -1,50%, CSN ON, -3,65%. Segundo um profissional do mercado, os papéis repercutiram os dados divulgados pela Inda, que mostraram que as compras dos distribuidores de aço em maio caíram 32,2% em maio ante o mesmo mês do ano anterior. Ante abril, o recuo foi de 15,6%.


Imagem ilustrativa da imagem MERCADO FINANCEIRO


Petrobras
No caso de Petrobras, foi recebida de forma positiva a notícia de que o Senado deve acelerar o projeto que acaba com a partilha do pré-sal. Petrobras ON terminou com ganho de 3,38% e Petrobras PN, de 2,77%. A lista de maiores altas foi liderada por Marfrig ON (+5,88%), seguida de JBS ON (+4,35%) e Itaú Unibanco PN (+3,54%).

EUA
Nos EUA, as bolsas fecharam em alta: Dow Jones subiu 0,63%, aos 17.904 pontos, S&P avançou 0,57%, aos 2.096 pontos, e Nasdaq teve valorização de 0,51%, aos 5,055 pontos. Hoje é dia de repercutir o encontro de política monetária do Federal Reserve, que se seguirá de entrevista da presidente da autoridade monetária, Janet Yellen.

Dólar
O dólar terminou o dia com queda de mais de 1% ante o real. No término do pregão, o dólar à vista fechou em R$ 3,0920 (-1,18%), no balcão. O volume de negócios totalizava US$ 707 milhões, segundo dados preliminares, perto das 16h30. No mercado futuro, o dólar para julho recuava 1,11%, aos R$ 3,1085.

Juros
No fim do pregão regular, na BM&F Bovespa, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para outubro de 2015 tinha taxa de 14,01%, ante 14,019% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2016 apontava 14,27%, de 14,32%. O DI para janeiro de 2017 tinha taxa de 13,96%, ante 14,06% no ajuste anterior. Por fim, o DI para janeiro de 2021 projetava 12,84%, de 12,89% no ajuste da véspera.

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