Bovespa
A volatilidade deu o tom dos negócios na Bovespa e, apesar de o principal índice do mercado acionário ter operado no azul praticamente durante toda a tarde, nos ajustes finais perdeu força e terminou na mínima da sessão. O Ibovespa recuou 0,31%, aos 52.809,63 pontos, menor nível do mês. Na máxima, marcou 53.325 pontos (+0,66%). No mês, acumula ganho de 0,09% e, no ano, de 5,60%. O giro financeiro totalizou R$ 5,035 bilhões.

Siderúrgicas
As ações da Vale recuaram 2,43% na ON e 3,18% na PNA. Gerdau PN, -1,15%, Metalúrgica Gerdau PN, -1,90%, Usiminas PNA, -2,85%, e CSN ON, -1,30%. Petrobras, por outro lado, subiu 0,22% na ON e 0,08% na PN.

Bancos
O setor financeiro subiu praticamente todo o dia, após notícia de que o julgamento dos planos econômicos pelo STF pode ficar para 2016, mas perdeu fôlego nos ajustes finais. Bradesco PN subiu 0,15%, Itaú Unibanco PN caiu 0,42%, BB ON recuou 0,45% e Santander unit teve baixa de 2,25%.

EUA
Nos EUA, o Dow Jones recuou 0,46%, aos 17.766,55 pontos, o S&P cedeu 0,65%, aos 2.079,28 pontos, e o Nasdaq teve baixa de 0,92%, aos 5.021,63 pontos.


Imagem ilustrativa da imagem MERCADO FINANCEIRO


Emprego
O dólar começou a semana em baixa nos mercados globais, em movimento de ajuste após a forte alta da sexta-feira, em reação à divulgação da criação de postos de trabalho nos EUA em maio acima do esperado - houve criação de 280 mil vagas nos EUA no mês passado, a maior do ano e acima das expectativas dos analistas, de geração de 225 mil postos. No Brasil, foi o quarto declínio em cinco sessões neste mês.

Dólar
O dólar à vista caiu 1,21%, para R$ 3,112, no balcão. Oscilou da máxima de R$ 3,1400 (-0,22%) à mínima de R$ 3,1090 (-1,30%). O volume, perto das 16h30, era de US$ 692 milhões. Às 16h31, o dólar para julho era negociado em R$ 3,136 (-1,09%).

Apoio
Os juros futuros passaram por uma correção técnica e fecharam em queda, estimulados ainda pelo recuo do dólar e dos rendimentos dos Treasuries (títulos dos Estados Unidos) e por sinalização de apoio da presidente Dilma Rousseff ao ministro Joaquim Levy. Ela disse domingo ao jornal "O Estado de S. Paulo" que o titular da Fazenda não pode ser transformado em um "judas" por causa das medidas impopulares do ajuste fiscal.

Juros
Ao término da sessão regular na BM&FBovespa, o DI janeiro de 2016 fechou em 14,06%, de 14,08% no ajuste de sexta-feira; o DI janeiro de 2017 caiu de 13,67% para 13,57%; e o DI janeiro de 2021, de 12,62% para 12,53%. Às 16h35, a T-Note de dez anos tinha taxa de 2,386%, ante 2,403% no final da tarde de sexta-feira. O dólar à vista caiu 1,21%, para R$ 3,112, no balcão.

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