Subiu
Vale

Desceu
Petrobras

Alívio
A Bovespa fechou ontem em alta, ajudada por declarações do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que reforçou o compromisso do governo com o ajuste fiscal. O volume de negócios na Bolsa brasileira foi reduzido, em virtude de feriado nos Estados Unidos e em países da Europa. No fim, o Ibovespa subiu 0,43%, aos 57.609,25 pontos, principalmente pelos papéis de bancos e da Vale. A negociação somou R$ 3,602 bilhões, conforme dados preliminares.

Petrobras
As ações da Petrobras fecharam em queda de 1,91% na PN e de 2,14% na ON. A Assembleia Geral Extraordinária (AGE) da estatal se reuniu ontem para discutir a aprovação do resultado financeiro e do relatório de administração de 2014, com decisão pelo não pagamento de dividendos devido ao prejuízo da companhia de R$ 21,6 bilhões.

Vale
A Vale foi beneficiada pelo aumento dos preços do minério de ferro no exterior. Vale ON subiu 1,53% e Vale PNA avançou 1,76%.

Setor financeiro
Banco do Brasil ON subiu 3,64%, Bradesco PN, 0,58%, Bradesco ON, 0,95%, Itaú Unibanco, 0,37% e Santander Unit, 2,11%.

Dólar
O dólar consolidou a terceira sessão seguida de alta ante o real, rompendo a marca de R$ 3,10, mas fechou mais perto das mínimas do que das máximas. O desempenho da moeda foi amparado em fatores domésticos, uma vez que o feriado do Memorial Day, nos EUA, enfraqueceu o mercado de moedas no exterior. O dólar à vista terminou em R$ 3,099 (+0,36%) no balcão. Oscilou da máxima de R$ 3,1310 (+1,39%) à mínima de R$ 3,098 (+0,32%). O volume à vista era de apenas US$ 660 milhões perto das 16h30. No mercado futuro, o dólar junho subia 0,10%, a R$ 3,106, às 16h36.

Taxas de juros
Os juros futuros terminaram a sessão regular da BM&FBovespa perto dos ajustes da última sexta-feira, exceto o DI janeiro de 2021, que subiu. Em razão do feriado norte-americano, todos os ativos domésticos tiveram um dia de liquidez reduzida. Pela manhã, as taxas futuras subiram, em linha com a pressão do câmbio e o com o desconforto com a questão fiscal. À tarde, quando o dólar desacelerou os ganhos ante o real, o movimento perdeu força e os contratos zeraram o avanço, com exceção do DI janeiro de 2021, que encerrou em alta.Ao término da sessão regular, o DI janeiro de 2016 projetava 13,73%, de 13,78% no ajuste da sexta-feira. O DI janeiro de 2017 ficou em 13,29%, de 13,27% no ajuste anterior. O DI janeiro de 2021 fechou em 12,36%, de 12,26%. (Agência Estado)

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