Subiu
Dólar

Desceu
Ibovespa

Perdas
A Bovespa caiu quase 2% ontem, conduzida pelas perdas acentuadas de Petrobras, bancos e setor de mineração e siderurgia. A negociação foi volátil pela manhã, devido ao dia de vencimento de opções sobre ações, que costuma provocar oscilações na Bolsa. No término dos negócios, o Ibovespa indicou baixa de 1,82%, aos 56.204,23 pontos. O volume de negócios totalizou R$ 10,7 bilhões, segundo dados preliminares.

Danos
Segundo profissionais do mercado, as ações do setor financeiro foram pressionadas pelas expectativa de aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) de bancos de 15% para 17%. A medida está sendo estudada pelo governo, entre outras opções para cumprimento da meta de superávit fiscal. No término da sessão, Itaú Unibanco PN (-2,66%), Bradesco ON (-1,91%), Bradesco PN (-2,45%), Banco do Brasil ON (-0,69%) e Santander Unit (-2,88%).

Ações
No setor de mineração e siderurgia, as ações foram impactadas pela queda do minério de ferro e por dados da China. O preço médio das novas moradias na China registrou queda de 6,3% em abril ante igual mês do ano passado, conforme levantamento em 70 cidades chinesas. No fechamento, Vale ON (-4,89%) e Vale PNA (-4,55%). Entre as siderúrgicas: CSN -3,07%, Gerdau -2,00% e Gerdau Metalúrgica -2,75%.

Petrobras
No fim da manhã, os papéis da Petrobras inverteram o sinal positivo e começaram a cair, à medida que os investidores digeriam com mais atenção os detalhes do balanço da estatal. A companhia registrou lucro líquido de R$ 5,330 bilhões no período, queda de 1,2% ante o mesmo período de 2014, mas com elevação da alavancagem para 52%. No fim do dia, Petrobras ON e Petrobras PN recuaram -2,72% e -1,99%, respectivamente.

Dólar
O dólar começou a semana em alta ante o real. O comportamento no exterior foi o fio condutor dos negócios por aqui. O fato de por duas sessões ter fechado abaixo de R$ 3 acabou ajudando a atrair compradores. O dólar à vista terminou em alta de 0,77%, a R$ 3,0190. Às 16h35, o dólar para junho subia 0,61%, a R$ 3,033.

Juros
Os juros futuros terminaram em forte alta na BM&FBovespa, principalmente no trecho mais longo da curva, pressionados pelo câmbio, pelo aumento dos rendimentos dos Treasuries e por declarações do diretor de Política Econômica do Banco Central, Luiz Awazu Pereira, durante encontro com economistas em São Paulo. Ao término da sessão regular, DI janeiro de 2016 estava em 13,82%, de 13,76% no ajuste anterior. DI janeiro de 2017 avançou de 13,39% para 13,49% (máxima) e DI janeiro de 2021 passou de 12,50%, na sexta-feira, para 12,61%.

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