Em alta
Após operar com volatilidade durante a manhã, a Bovespa se firmou em alta à tarde e renovou máximas consecutivas na sessão até fechar com avanço de mais de 1%. A recuperação da Bolsa foi puxada pela alta dos papéis da Petrobras, favorecidos por um fluxo de compras de estrangeiros com a proximidade da divulgação do balanço da estatal, após o fechamento do mercado.

Ibovespa
No fim dos negócios, o Ibovespa subiu 1,04%, aos 57.248,63 pontos. O volume de negócios totalizou R$ 6,380 bilhões, segundo dados preliminares. Na semana, a Bovespa acumulou alta de 0,17%.

Perdas e ganhos
A Bovespa passou a primeira parte da sessão oscilando entre perdas e ganhos, reagindo à instabilidade das ações da Vale e da Petrobras. Segundo operadores, os papéis da mineradora sofreram impacto negativo da queda dos preços do minério de ferro. Já as ações da estatal foram influenciadas pelas expectativas em torno do balanço do primeiro trimestre.

Petrobras: sobe
Vale: desce

Sobe
A aceleração da alta dos papéis da estatal acabou contagiando outros componentes da bolsa, como as ações do setor financeiro, que também atingiram os maiores patamares no dia. Do lado positivo, as ações ON e PN da Petrobras acabaram com altas de 1,62% e 1,22%, respectivamente. Entre os bancos: Itaú Unibanco +1,87%, Bradesco ON +0,71%, Bradesco PN +2,09% e Banco do Brasil +1% e Santander Unit +1,37.

Vale
Os papéis da Vale reduziram as perdas, acompanhando a melhora da bolsa no meio da tarde, mas não conseguiram ganhar tração e fecharam no vermelho: Vale ON -0,23%% e Vale PNA -0,50%.

Dólar
O dólar fechou pelo segundo dia consecutivo abaixo dos R$ 3,00, tendo recuado durante a maior parte da sessão. Quando dados importantes nos EUA saíram, piores que o esperado, o dólar perdeu força ao redor do mundo e, no Brasil, saltou para o terreno negativo. No fim, desacelerou novamente e terminou no mesmo nível de quinta-feira, aos R$ 2,9960 no balcão. No mercado futuro, o dólar para junho mostrava certa reação à tarde e subia 0,02%, aos R$ 3,0105.

Juros
O recuo do dólar no Brasil, na maior parte do dia, somado à baixa dos yields dos Treasuries, pesou sobre as taxas dos contratos futuros de juros, que cederam na ponta mais longa. As taxas curtas, no entanto, terminaram próximas dos ajustes de quinta-feira. No fim da sessão regular, a taxa do contrato futuro de juros para janeiro de 2016 marcou 13,76%, ante 13,78%; o DI para janeiro de 2017 ficou com taxa de 13,39%, ante 13,46%. Já o contrato para janeiro de 2021 marcou 12,50%, ante 12,61%.

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