Subiu
Santander

Desceu
Vale

Em baixa
A Bovespa iniciou ontem a sessão em baixa, mas se recuperou ao longo da tarde, apoiada na alta das ações dos bancos e da Petrobras. Os ganhos foram limitados, no entanto, pelo declínio das ações da Vale e a falta de direção das bolsas em Nova York em meio à expectativa pela decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) e a divulgação dos dados do PIB americano hoje.

Ibovespa
No término do pregão, o Ibovespa subiu 0,50%, aos 55.812,03 pontos. O índice oscilou entre uma máxima de 56.018 pontos (+0,87%) e uma mínima de 54.973 pontos (-1,01%). No ano, a bolsa acumula alta de 11,61% e no mês de abril, avanço de 9,11%. O volume de negócios totalizou R$ 8,206 bilhões, segundo dados preliminares.

Bancos
No fechamento, as Units do Santander terminaram com a alta de 5,40%. Ainda no setor, BB ON, +0,38%, Bradesco PN, +1,53%, e Itaú Unibanco PN, +1,02%.

Petrobras
Os papéis da Petrobras, que recuavam desde a abertura, registraram uma recuperação na segunda parte da sessão. O ON fechou estável e o PN subiu 1,59%. Já as ações da Vale ficaram entre os destaques de queda na sessão, depois de passarem por uma realização de lucros que se seguiu à alta acentuada vista nas últimas sessões. O papel ON da companhia recuou 3,88%, após acumular ganhos de 32% em quatro pregões. A ação PNA caiu 0,38%.

EUA
Em Nova York, Dow Jones subiu 0,40%, para 18.110 pontos, S&P-500 avançou 0,28%, a 2.114 pontos, e Nasdaq recuou 0,10%, para 5.055 pontos.

Dólar
O dólar interrompeu uma série de cinco sessões seguidas de queda e fechou em alta, ajudado por um movimento de realização de lucros após a moeda atingir a cotação de R$ 2,88 pela manhã. No fim do dia, o dólar subiu 0,72%, a R$ 2,9400. Na mínima, a moeda foi negociada a R$ 2,8850. O volume de negócios totalizava US$ 1,510 bilhão, perto das 16h30. No mercado futuro, o dólar para maio avançava 0,72%, aos R$ 2,9430.

Juros
No fim do pregão regular na BM&F Bovespa, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em julho de 2015 (211.620 contratos) tinha taxa de 13,185%, ante 13,180% no ajuste de segunda-feira. O DI para outubro de 2015 (228.040 contratos) marcava 13,420%, ante 13,410%. O DI para janeiro de 2016 (226.880 contratos) apontava 13,50%, de 13,49% no ajuste anterior; o DI para janeiro de 2017 (263.945 contratos) indicava 13,29%, ante 13,25% no ajuste da véspera. O contrato de janeiro de 2021 (85.890 contratos) tinha taxa de 12,62%, igual ao ajuste anterior. Nos EUA, o rendimentos da T-note de 10 anos subia a 1,978%.

(Agência Estado)

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