MERCADO FINANCEIRO
PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Agência Estado 
Alta
Pela terceira sessão consecutiva, o Ibovespa terminou em alta. Os ganhos de ontem foram puxados pelo forte ingresso de capital externo, que impulsionou de forma generalizada as ações domésticas. Vale, no entanto, mais uma vez despontou, liderando os ganhos do índice, com 10% de valorização.
Índice
O Ibovespa terminou o dia de ontem em alta de 1,63%, aos 56.594,22 pontos, maior nível desde 14 de outubro (58.015,46 pontos). Na mínima, ficou estável, aos 55.687 pontos, e, na máxima, registrou 56.965 pontos (+2,30%). Em três sessões, avançou 5,27% e, na semana, marcou +4,89%. No mês, acumula +10,64% e, no ano, +13,17%. O giro financeiro totalizou R$ 9,775 bilhões.
Vale
Vale foi um dos papéis agraciados, em função do aumento do preço do minério de ferro, medidas de estímulo da China e cobertura de posição vendida. A ação ON acumulou +30,34% na semana e a PN, 25,15% (hoje, esse papel avançou 6,67%). Petrobras terminou em alta de 4,55% na ON e 2,63% na PN.
Dow Jones
Nos EUA, o Dow Jones terminou em alta de 0,12%, aos 18.080,14 pontos, S&P avançou 0,23%, aos 2.117,69 pontos, e o Nasdaq subiu 0,71%, aos 5.092,09 pontos. Na semana, subiram, respectivamente, 1,42%, 1,75% e 3,25%.
Desceu: Dólar
Subiu: Bovespa
Dólar
Pela manhã o dólar alternou pequenas altas e baixas ante o real, sempre perto da estabilidade, oscilando ao sabor do mercado internacional. Firmou-se em baixa contudo após a divulgação de mais um número fraco da economia norte-americana que, somado aos dados já conhecidos dos últimos dias, reforçou a percepção de que o Federal Reserve pode não encontrar espaço para elevar o juro antes do final do ano. O dólar à vista acabou na mínima do dia, em baixa de 0,71%, a R$ 2,9570 no balcão, menor patamar desde 3 de março (R$ 2,9190). Na máxima, chegou a R$ 2,9890 (+0,37%). O giro no mercado à vista perto das 16h30 de ontem era de US$ 700 milhões. Neste horário, o dólar para maio caía 0,59%, a R$ 2,962.
Taxas de juros
Os juros futuros seguiram centrados na política monetária brasileira, com os investidores apostando na ideia de que a taxa Selic vai subir nas próximas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) e manter-se elevada por um bom tempo. Assim, as taxas terminaram em alta ontem, a despeito de um novo alívio do câmbio. Ao término da sessão regular da BM&FBovespa, o DI janeiro de 2016 fechou em 13,58%, na máxima, ante ajuste anterior de 13,54%. O DI janeiro de 2017 subiu de 13,36% no ajuste de ontem para 13,42%, e o DI janeiro de 2021 terminou em 12,66%, de 12,60% no ajuste anterior.


