MERCADO FINANCEIRO
Juros futuros
sobem
Bovespa
desce
Queda
A Bovespa não conseguiu acompanhar a melhora do humor nos mercados internacionais e terminou ontem no negativo. Se durante a manhã o exercício de opções sobre ações conferiu ânimo aos negócios e deu impulso às ações de Petrobras e Vale, na segunda parte do pregão o comportamento do mercado acionário doméstico foi oposto, com giro fraco e o Ibovespa em baixa.
Números
O Ibovespa terminou o dia em baixa de 0,36%, aos 53.761,27 pontos. Na máxima, marcou 54.385 pontos (+0,80%) e na mínima, 53.510 pontos (-0,82%). No mês, acumula ganho de 5,11% e, em 2015, valorização de 7,51%. O giro financeiro totalizou R$ 8,56 bilhões, sendo R$ 3,31 bilhões referentes ao exercício de opções sobre ações.
Bancos
A queda do índice à vista foi conduzida principalmente pelo setor financeiro. Itaú Unibanco PN, principal ação do Ibovespa, terminou em baixa de 1,67%, seguido por Bradesco PN (-0,68%), Banco do Brasil ON (-0,49%) e units do Sandander (1,28%).
Petrobras
Já as ações da Petrobras encerraram o pregão sem direção única, com as ON em queda de 0,23% e as PN com ganho de 0,61%, depois de passarem a manhã inteira em alta firme influenciadas pelo exercício de opções sobre ações. Vale lembrar que o conselho de administração da companhia se reunirá amanhã para analisar as demonstrações contábeis do terceiro trimestre de 2014 e de 2014, revisadas pelos auditores independentes. A companhia informou que espera divulgar os balanços logo após a reunião.
Vale
Os papéis da Vale e das siderúrgicas passaram o dia de ontem sustentando ganhos, no embalo da perspectiva de melhora na demanda por insumos após novas medidas de estímulos na China, mas os papéis da mineradora desaceleraram os ganhos à tarde, para fechar em -0,39% os ON e +0,27% os PNA.
Dólar
O feriado enxugou a liquidez no câmbio e deixou os negócios voláteis. A moeda oscilou entre altas e baixas, mirando o comportamento do dólar no exterior e em meio a um pouco de ingresso de recursos. O dólar à vista no balcão terminou em baixa de 0,66%, a R$ 3,024, depois de ter marcado R$ 3,023 (-0,69%), na mínima, e R$ 3,058 (+0,46%), na máxima. O giro da sessão totalizou US$ 500,3 milhões, sendo US$ 497,816 milhões em D+2. No mês, acumula perda de 5,50% e, no ano, alta de 13,9%. No mercado futuro, a moeda para maio caía 0,77%, às 16h46, a R$ 3,034.
Taxas de juros
Ao término da sessão regular na BM&F, o DI janeiro de 2016 fechou em 13,53%, de 13,43% no ajuste de sexta-feira; o DI janeiro de 2017 subiu de 13,17% para 13,33%; e o DI janeiro de 2021 encerrou a 12,64%, de 12,60% no ajuste de sexta-feira.





