Perdas
A Bovespa até tentou, mas não conseguiu sustentar o patamar de 54 mil pontos, entregue na hora final do pregão. O índice acumulou perdas na semana, a despeito da firme elevação de Petrobras no período. Os papéis da estatal se diferenciaram ontem, com novo dia de ganhos, ainda na expectativa sobre o balanço auditado. O exterior guiou os negócios na Bovespa, influenciando a baixa da sessão.

Ibovespa
O Ibovespa terminou o dia em baixa de 1,32%, aos 53.954,79 pontos. Na mínima, marcou 53.896 pontos e na máxima, 54.672 pontos. Na semana, caiu 0,48%, após duas semanas no azul. No mês, acumula ganho de 5,48% e, no ano, de 7,89%. O giro financeiro totalizou R$ 6,410 bilhões.

Petrobras
Os papéis da Petrobras até chegaram a operar no vermelho, mas terminaram na contramão do mercado, em alta de 0,68% na ON e de 0,62% na PN, com os investidores ainda se posicionando para a divulgação do balanço auditado dos terceiro e quarto trimestres de 2014, na próxima quarta-feira.


Imagem ilustrativa da imagem MERCADO FINANCEIRO


Baixas
O setor siderúrgico foi destaque entre as baixas, com CSN ON (-7,15%) liderando as perdas do Ibovespa, seguida por BB ON (-4,81%), Usiminas PNA (-4,20%) e Metalúrgica Gerdau (-4,19%). Gerdau PN recuou 3,74% e Usiminas ON, 0,17%. Vale ON teve desvalorização de 1,44% e Vale PNA, de 1,58%, em sintonia com as mineradoras na Europa. No geral, os demais papéis sentiram o baque dos mercados internacionais, em meio aos temores reforçados de que a Grécia pode declarar default.

EUA
As bolsas norte-americanas também recuaram afetadas pelos gregos, da mesma forma que o recuo do petróleo também prejudicou as ações. O Dow Jones terminou o dia em baixa de 1,54%, aos 17.826,30 pontos, o S&P teve desvalorização de 1,13%, aos 2.061,18 pontos, e o Nasdaq perdeu 1,52%, aos 4.931,82 pontos. Na semana, acumularam, respectivamente, -1,28%, -0,99% e -1,28%.

Dólar
O dólar à vista no balcão terminou o dia em R$ 3,0440, em alta de 1,13%. Na mínima, logo após a abertura, chegou a operar em baixa de 0,10%, em R$ 3,007. Na máxima, atingiu R$ 3,069 (+1,96%), perto das 14 horas. Na semana, acumulou perda de 1,39%. Perto das 16h30, o volume era de US$ 1,026 bilhão. O contrato de dólar com vencimento em maio, às 16h37, subia 0,72%, a R$ 3,057.

Juros
Os juros futuros avançaram em linha com o movimento do câmbio, a cautela que prevaleceu no exterior e o IPCA-15 de abril acima da mediana das previsões. Ao término da sessão regular da BM&FBovespa, o DI janeiro de 2016 estava em 13,43%, de 13,34%. O DI janeiro de 2017 subiu de 13,02% para 13,17% e o DI janeiro de 2021, de 12,51% para 12,60%.

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