Em baixa
Depois de encostar nos 55 mil pontos, o Ibovespa deu um passo atrás e terminou em baixa, ainda na casa dos 54 mil pontos. Os ganhos acumulados em abril justificaram a realização de lucros e Petrobras, um dos papéis que mais subiram neste mês, também conduziram o movimento de queda da sessão.

Ibovespa
O Ibovespa terminou o dia em baixa de 0,45%, aos 54.674,21 pontos. Na mínima, marcou 54.316 pontos (-1,10%) e, na máxima, 54.919 pontos (estável). No mês, acumula ganho de 6,89% e, no ano, de 9,33%. O giro financeiro totalizou R$ 7,147 bilhões.

Petrobras
O índice não subiu em nenhum momento da sessão e, durante todo o dia, sofreu influência do noticiário em Petrobras. Pela manhã, afetou o desmentido da empresa de que pretendia incluir ativos do pré-sal no plano de desinvestimentos. À tarde, o papel foi para as mínimas com a informação de que não deve mesmo pagar dividendos referentes a 2014. No final, Petrobras ON recuou 1,86% e a PN, 3%.

Vale
Vale, que até se sustentou mais firme um pouco mais cedo, perdeu força e renovou as mínimas à tarde. A empresa acompanhou o movimento de suas pares na Europa, em um novo dia de tensões sobre a Grécia, e sofreu influência da decisão da Moody’s de revisar para US$ 40,00 a tonelada o preço de sensibilidade do insumo. Vale ON, -2,90%, Vale PNA, -1,94%.

Gerdau
Gerdau PN terminou em baixa de 4,18% e Metalúrgica Gerdau PN, de 5,09%. o Bank of America Merrill Lynch reduziu a recomendação da siderúrgica de outperform para neutro e cortou o preço-alvo para as ações preferenciais da empresa de R$ 15,00 para R$ 12,00.

Dow Jones
Nos EUA, o Dow Jones terminou a sessão em baixa de 0,04%, aos 18.105,77 pontos, o S&P 500 recuou 0,08%, aos 2,104,99 pontos, e o Nasdaq teve baixa de 0,06%, aos 5.007,79 pontos.

Dólar
O dólar caiu em linha com o movimento do exterior, onde a divisa norte-americana perde espaço para as demais moedas, com a divulgação de indicadores negativos da economia dos EUA. O dólar à vista no balcão terminou a sessão com queda de 0,99%, cotado a R$ 3,0100, o menor valor desde 5 de março. Na mínima intraday, chegou a cair brevemente abaixo de R$ 3,00. Por volta das 16h30, o volume negociado era de US$ 875,67 milhões, segundo dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa. No mercado futuro, o dólar para maio perdia 0,71%, a R$ 3,0235. O giro era de US$ 15,01 bilhões.

Juros
Ao término da sessão regular na BM&FBovespa, o DI para julho de 2015 (102.605 contratos) projetava taxa de 13,059%, ante 13,030% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2016 (252.440 contratos) estava em 13,34%, de 13,27%. O DI janeiro de 2017 (267.400 contratos) avançava para 13,02%, de 12,95%. E o DI janeiro 2021 (152.620 contratos) apontava 12,51%, de 12,40% no ajuste.

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