Último minuto
O Ibovespa conseguiu garantir uma pequena elevação, a terceira consecutiva, nos minutos finais da sessão de ontem, mais uma vez com o estrangeiro na ponta compradora e com destaque da Petrobras. O pregão terminou com alta de 0,05%, aos 54.239,77 pontos. Na mínima, marcou 54.004 pontos (-0,39%) e, na máxima, 54.866 (+1,20%). No mês, acumula ganho de 6,04% e, no ano, de 8,46%. O giro financeiro totalizou R$ 6,535 bilhões.

Alívio
A forte alta da Petrobras segurava o índice, após notícia de que a empresa estuda se desfazer de sua fatia na Braskem, pela qual pode vir a receber R$ 3,6 bilhões. O mercado também espera o balanço auditado, ainda neste mês. A ação ON subiu 4,99% e a PN, 3,81%.

Em baixa
Vale ON caiu 0,98% e Vale PNA, 1,56%. A S&P colocou o rating da empresa e de outras mineradoras em observação negativa. Além disso, o UBS mudou a recomendação da empresa de neutro para venda e cortou o preço-alvo do ADR.

Financeiras
No setor financeiro, a Fitch revisou para negativa a perspectiva dos ratings do Banco do Brasil, Bradesco e Itaú Unibanco. Bradesco PN recuou 0,23%, Itaú Unibanco PN, 0,78%, e BB ON, 0,21%. Santander Unit também terminou no vermelho, com perda de 1,63%.


Imagem ilustrativa da imagem MERCADO FINANCEIRO


Nos EUA
As bolsas terminaram em queda, em dia de cautela à espera de novos balanços corporativos. O Dow Jones recuou 0,45%, aos 17.977,04 pontos, o S&P terminou com desvalorização de 0,46%, aos 2.092,43 pontos, e o Nasdaq terminou em baixa de 0,15%, aos 4.988,25 pontos.

Dólar
O dólar começou a semana em alta generalizada ante as demais moedas e rompeu a marca de R$ 3,10, em sessão doméstica marcada pela baixa liquidez. O dólar à vista terminou em alta de 1,07% no balcão, cotado em R$ 3,120. Oscilou da mínima de R$ 3,085 (-0,06%) à máxima de R$ 3,126 (+1,26%). O giro no mercado à vista era de US$ 975 milhões, pouco depois das 16h30. O dólar maio estava em R$ 3,137, em alta de 1,41%.

Juros
Os juros futuros de médio e longo prazos, amparados no movimento do câmbio, fecharam a sessão em alta. As taxas futuras subiram com moderação nos trechos intermediário e longo, enquanto as curtas encerraram perto dos ajustes da última sexta-feira. Ao término da sessão regular da BM&FBovespa, o DI janeiro de 2016 projetava 13,27%, de 13,26% no ajuste anterior. O DI janeiro de 2017 passou de 13,02% para 13,07%, e o DI janeiro de 2021, de 12,50% para 12,58%. Em Wall Street, a T-Note de dez anos, às 16h40, tinha taxa de 1,934%, de 1,948% na sexta-feira.

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