MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Dow Jones
Desceu
Ibovespa
Queda
A Bovespa teve ontem mais uma sessão de queda, mas o movimento foi tímido. O Ibovespa terminou a sessão em baixa de 0,13%, aos 53.661,11 pontos. Na mínima, marcou 53.508 pontos (-0,41%) e, na máxima, 54.458 pontos (+1,36%). No mês, acumula ganho de 4,91% e, no ano, de 7,31%. Nestes dois pregões no vermelho, teve perda de apenas 0,14%. O giro financeiro ontem foi bastante robusto, o maior de abril, ao totalizar R$ 8,171 bilhões.
Influências
A escolha do vice-presidente Michel Temer para a articulação política agradou o mercado, que viu a chance de ter aprovadas as medidas de ajuste fiscal. Também foi visto como positivo o anúncio de que o governo vai abrir o capital da Caixa Seguridade, garantindo mais recursos para o cumprimento da meta de superávit de 1,2% do PIB.
Fed
No meio da tarde, quando saiu a ata do Federal Reserve (o banco central dos EUA), a Bovespa chegou a perder força, mas o movimento foi pontual. O índice, entretanto, passou a cair depois, com uma venda um pouco mais acelerada, sobretudo por parte dos estrangeiros, que realizaram lucros após terem içado os papéis nos últimos dias.
Ações
Petrobras e Vale sofreram ontem. Um gestor comentou que a alta recente ocorreu com cobertura de posições vendidas e houve espaço para devolução. A ação ON da Petrobras recuou 2,49% e a PN, 2,66%. Vale ON, -1,32% e a PNA, -2,55%. Gerdau PN, -1,82%, Metalúrgica Gerdau PN, -2,61%, Usiminas PNA, -4,17%, e CSN ON, -1,93%.
Dow Jones
Nos EUA, o Dow Jones terminou a sessão em alta de 0,15%, aos 17.902,51 pontos, o S&P 500 avançou 0,27%, para 2.081,90 pontos, e o Nasdaq teve valorização de 0,83%, aos 4.950,82 pontos.
Dólar
O dólar teve ontem a mais contundente queda dos últimos dias, favorecido pelo ambiente político mais tranquilizador. A ata do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) acabou levando o dólar para cima lá fora, mas, internamente, a moeda não operou em nenhum momento em alta e terminou cotada a R$ 3,0550, 2,18% mais barato do que na véspera. Na mínima, marcou R$ 3,054 (-2,21%) e, na máxima, R$ 3,1090 (-0,44%).
Juros
O clima político melhor, o IPCA abaixo da mediana e o recuo do dólar garantiram uma sessão de baixa nas taxas de juros futuros. O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em julho de 2015 (55.585 contratos) fechou em 12,975%, ante 13,002% no ajuste de ontem. O DI para janeiro de 2016 (297.510 contratos) indicava 13,22%, de 13,29%. O DI para janeiro de 2017 (367.395 contratos) apontava 12,98%, ante 13,11% no ajuste anterior, e o DI para janeiro de 2021 projetava 12,53%, de 12,72%.





