Subiu
Vale

Desceu
Bovespa

Sem fôlego
A Bovespa não teve fôlego para engatar a quarta sessão consecutiva de alta ontem após acumular ganhos de 5,06% em três pregões seguidos. Os investidores aproveitaram para promover ajustes em meio à falta de novidades no âmbito político, embora o contínuo fluxo de estrangeiros no mercado local tenha impedido um recuo maior do Ibovespa.

Bovespa
No fim dos negócios, a Bovespa caiu 0,02%, aos 53.729,16 pontos. Na máxima do dia, registrou 54.002 pontos (+0,49%) e na mínima, 53.436 pontos (-0,56%). O volume de negócios totalizou R$ 6,23 bilhões, segundo dados preliminares. No mês de abril, a bolsa acumula alta de 5,04% e no ano, avanço de 7,44%.

Vale
Do lado corporativo, os destaques positivos da sessão foram as ações da Vale e da Petrobras. Os papéis da mineradora tiveram um dia de recuperação, beneficiadas pelo respiro na trajetória de queda do preço do minério de ferro e pelo fluxo de recursos estrangeiros, e lideram as altas do Ibovespa. No fim, Vale ON (+4,80%) e Vale PNA (+3,28%).

Petrobras
Petrobras ON subiu 2,36% e Petrobras ON avançou 1,87%, auxiliadas pelo avanço dos contratos futuros de petróleo e pela continuidade das expectativas de que a companhia divulgue o balanço de 2014 ainda neste mês.

EUA
Nos EUA, as bolsas viraram para baixo a minutos do final na véspera da divulgação da ata do último encontro do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do Federal Reserve (Fed). O Dow Jones recuou 0,03%, aos 17.875,42 pontos, S&P caiu 0,21%, aos 2.076,33 pontos, e o Nasdaq perdeu 0,14%, aos 4.910,23 pontos.

Dólar
No fim do pregão, o dólar à vista terminou com recuo de 0,06%, aos R$ 3,1230, o menor nível desde 10 de março, quando fechou R$ 3,1090. O resultado marcou a sexta sessão seguida de queda do dólar, com a moeda acumulando baixa de 3,49%. Na máxima do dia, a divisa foi negociada a R$ 3,1470 e, na mínima, registrou R$ 3,1100. O volume de negócios totalizou US$ 52 milhões, sendo US$ 530 milhões em D+2, perto das 16h30. No mercado futuro de câmbio, o dólar para maio subia 0,16%, aos R$ 3,1545.

Juros
No fim do pregão regular na BM&FBovespa, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em julho de 2015 (41.240 contratos) tinha taxa de 13,003%, ante 13,011% na véspera. O DI para janeiro de 2016 (229.595 contratos) marcava 13,29%, na mínima, de 13,34% no ajuste anterior, com o DI para janeiro de 2017 (187.865 contratos) registrando taxa de 13,11%, ante 13,18%. O DI para janeiro de 2021 (66.300 contratos) indicava 12,72%, de 12,74%.

(Agência Estado)

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