Subiu
Ibovespa

Desceu
Petrobras

Ganhos
A Bovespa teve ontem seu terceiro pregão sucessivo de ganhos, sustentado ainda pelo fluxo comprador do investidor estrangeiro. O índice arriscou romper mais um patamar, o de 54 mil pontos, o terceiro em três sessões. Mas perdeu força no final e se manteve nos 53 mil. Petrobras, que ultrapassou 2,5% de ganhos, virou a minutos do final e foi uma das responsáveis pelo término mais fraco do índice.

Ibovespa
O Ibovespa terminou a sessão em alta de 1,16%, aos 53.737,26 pontos, renovando o maior nível desde o final de novembro. Na mínima, marcou 53.122 pontos (estabilidade) e, na máxima, 54.146 pontos (+1,93%). No mês, que coincide com esses três pregões no azul, acumula elevação de 5,06%. No ano até ontem, avançava 7,46%. O giro financeiro totalizou R$ 6,127 bilhões.

Em elevação
As bolsas norte-americanas terminaram em elevação e também favoreceram o comportamento do Ibovespa. O Dow Jones encerrou a sessão em alta de 0,66%, aos 17.880,85 pontos. O S&P 500 teve valorização de 0,66%, aos 2.080,62 pontos, e o Nasdaq registrou ganho de 0,62%, aos 4.917,32 pontos.

Sem fôlego
No Brasil, apesar da alta generalizada, alguns papéis foram perdendo fôlego ao longo da sessão. Caso de Petrobras, que subiu mais de 2,5% na máxima, mas fechou em queda, a despeito da valorização de mais de 5% do petróleo nesta sessão. Petrobras ON, -0,19%, e a PN, -0,28%. Vale ON subiu 0,72% e Vale PNA, 0,58%.

Dólar
A divisa terminou o dia negociada a R$ 3,1250, com desvalorização de 0,06%, na máxima do dia, marcando a quinta sessão em baixa. No mês de abril, o dólar à vista no balcão acumula perda de 2,34% mas, em 2015, sobe 17,70%. Na BM&FBovespa, a moeda para maio exibia desvalorização de 0,27%, cotada a R$ 3,1465 por volta das 16h40. O volume no mercado à vista era de aproximadamente de US$ 1,832 bilhão no fim da tarde, sendo US$ 1,027 bilhão em D+2.

Juros
As taxas de juros futuros passaram o dia em queda, em sintonia com o comportamento do dólar, mas na reta final dos negócios se reaproximaram dos níveis de quinta-feira, na medida em que a moeda norte-americana reduzia as perdas diante do real. Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2016 apontava 13,34% (186.130 contratos), de 13,37% no ajuste de quinta-feira passada. O contrato com vencimento em janeiro de 2017 indicava 13,18%, na máxima (171.290 contratos), ante 13,23%. Por fim, o DI para janeiro de 2021 projetava 12,71%, na máxima, de 12,78% no ajuste anterior.

(Agência Estado)

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