Salto
O Ibovespa terminou o dia em alta de 2,29%, aos 52.321,76 pontos. É o maior nível desde 28 de novembro (54.664,36 pontos) e a primeira vez que fecha nos 52 mil pontos neste ano. Na mínima, marcou 51.186 pontos (+0,07%) e, na máxima, 52.613 pontos (+2,85%). No ano, acumula alta de 4,63%. O giro financeiro totalizou R$ 8,064 bilhões.

Alívio
A ação do investidor estrangeiro esteve presente sobretudo nos papéis da Petrobras, mesmo que não tenha havido uma única justificativa forte para a puxada. A virada do trimestre, o ambiente político mais ameno, a alta do petróleo, a queda do dólar e a possibilidade de o balanço auditado sair neste mês são algumas das explicações para o desempenho das ações da empresa, que terminaram em alta de 5,22% na ON e de 4,93% na PN. Ainda, a estatal conseguiu fechar um empréstimo de US$ 3,5 bilhões com um banco chinês e o preço do petróleo no exterior terminou em US$ 50,09, aumento de 5,23%.

Em queda
O preço do minério de ferro despencou 3,9% no mercado à vista chinês e foi a US$ 49 a tonelada, renovando o valor mínimo desde o fim de 2008, o que derrubou a Vale ON (-2,23%) e PNA (-2,85%).


Imagem ilustrativa da imagem MERCADO FINANCEIRO


Financeiras
No setor financeiro, Bradesco PN avançou 3,17%, Itaú Unibanco PN, 3,40%, BB ON, 3,75%, e Santander unit, 4,26%.

Más notícias
Nos EUA, as bolsas terminaram em baixa, influenciadas pelos dados de criação de empregos, de 189 mil vagas em março, ante previsão de aumento de 225 mil. O Dow Jones terminou em baixa de 0,44%, aos 17.698,18 pontos, o S&P teve queda de 0,40%, aos 2.059,69 pontos, e o Nasdaq recuou 0,42%, aos 4.880,23 pontos.

Dólar
O dólar terminou em baixa hoje de 0,84%, aos R$ 3,1730. Na mínima, marcou R$ 3,1320 (-2,13%) e, na máxima, R$ 3,1890 (-0,34%). No ano, acumula alta de 19,51%. O recuo do dólar no exterior influenciou a moeda aqui no Brasil logo no início do dia. Uma das justificativas foi a divulgação de dados mais fracos sobre a economia norte-americana.

Juros
As taxas de juros acompanharam o movimento do dólar. O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em julho de 2015 (105.930 contratos) marcava 12,991%, ante 13,020% no ajuste anterior. Para janeiro de 2016 (293.965 contratos) apontava 13,36%, de 13,50%. O DI para janeiro de 2017 (320.215 contratos) indicava 13,23%, ante 13,38%. Para janeiro de 2021 (166.990 contratos) projetava 12,76%, de 12,94%. Nos EUA, o juro da T-note de 10 anos recuava a 1,8634%, ante 1,930% no fim da tarde de anteontem.

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