Subiu
Petrobras

Desceu
Dólar

Em alta
A alta das bolsas internacionais e o fluxo comprador de ações por parte de estrangeiros garantiram ontem uma sessão de ganhos à Bovespa, depois de terminar em baixa nos dois pregões anteriores. O Ibovespa terminou a sessão com valorização de 2,29%, aos 51.243,45 pontos. Na mínima, marcou 50.100 pontos (-0,01%) e, na máxima, 51.265 pontos (+2,34%). No mês, acumula queda de 0,66%, mas, no ano, tem valorização de 2,47%. O giro financeiro foi mais fraco e totalizou R$ 5,276 bilhões.

Blue chips
Petrobras foi um dos destaques da sessão, ao subir 4,01% na ON e 3,62% na PN. Vale também subiu 1,47% na ON e 0,50% na PNA. A expectativa por medidas de estímulo na China contribuiu para o movimento dos papéis.

Bancos
No setor financeiro, subiram Itaú Unibanco PN (+3,37%), BB ON (+2,98%), Bradesco PN (+2,10%) e Santander unit (+3,80%).

Enfeito externo
A avaliação foi que o desempenho externo foi fundamental para os ganhos da Bovespa. As bolsas norte-americanas tiveram um dia de alta firme, com o Dow Jones encerrando em 1,49%, aos 17.976,31 pontos, S&P, em 1,22%, aos 2.086,24 pontos, e o Nasdaq em 1,15%, aos 4.947,44 pontos.

Dólar
O dólar terminou o dia em queda, desfeito o mal-estar causado por declarações do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, sobre a presidente Dilma Rousseff. Ela considerou o fato um mal-entendido. O dólar à vista no balcão fechou em baixa de 0,53%, a R$ 3,219, com o giro de US$ 149 milhões, por volta das 17 horas. Segundo operadores, o volume baixo foi provocado por problemas no sistema de mensageria do Banco Central, que dificultaram o registro de operações de câmbio. No mercado futuro, o dólar para abril era cotado, às 16h54, a R$ 3,229, em baixa de 0,74%.

Juros
Os juros futuros também terminaram com taxas em queda. Os juros futuros passaram a cair no início da tarde de ontem e confirmaram o sinal de baixa ao término da sessão regular. O declínio foi mais expressivo nos contratos de médio e de longo prazos, enquanto os curtos encerraram perto dos ajustes da última sexta-feira. O DI julho de 2015 (63.500 contratos) fechou em 13,050%, de 13,049% no ajuste anterior. O DI janeiro de 2016 (177.985 contratos) passou de 13,58% para 13,59%. O DI janeiro de 2017 (224.195 contratos) terminou em 13,47%, de 13,53% na última sexta. O DI janeiro de 2021 ficou em 13,06%, de 13,12%, com 108.995 contratos. (Agência Estado)

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