Subiu
Dólar

Desceu
Bovespa

Leve queda
A sexta-feira marcou o fim de mais uma semana de perdas para a Bovespa, com desconfiança com a economia e crise política. A expectativa pela divulgação do balanço da Petrobras, ainda sem data exata, permeou os negócios, enquanto Vale foi penalizada pelo recuo do minério de ferro no exterior. O Ibovespa cedeu ontem 0,96%, aos 50.094,66 pontos, na contramão de Nova York, onde os principais índices subiram. Na semana, a bolsa acumulou perda de 3,60% e, no mês, de 2,89%. No ano, há leve alta de 0,18%.

PIB neutro
No geral, a Bovespa pouco reagiu aos números do Produto Interno Bruto (PIB), após o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informar que o País avançou 0,1% no ano passado. A Petrobras ON indicou leve queda, de 0,11%, e a PN teve ganho de 0,32%. Já a Vale recuou de forma consistente na ON (-3,01%) e na PN (-2,74%). A mineradora sofreu com os preços em baixa do minério de ferro no mercado internacional.

Negativo
Destaque para o recuo dos papéis da Gerdau PN (-9,14%) e da Metalúrgica Gerdau (-8,79%), depois que a empresa anunciou proposta de nova estrutura de governança corporativa, o que não agradou aos investidores.

Nos EUA
Em Nova York, o Dow Jones subiu 0,19%, aos 17.712,66 pontos, o S&P 500, 0,24%, aos 2.061,02 pontos, e o Nasdaq teve alta de 0,57%, aos 4.891,22 pontos.

Dólar
O dólar voltou a registrar ganhos firmes ante o real, com os investidores de olho em Brasília. As dificuldades na relação entre o Planalto e sua base aliada voltaram a incentivar a busca pela moeda americana. O dólar à vista no balcão subiu 1,51%, aos R$ 3,2360. Em março, a moeda acumula ganhos de 13,31% e, no ano, de 21,88%. No mercado futuro, o dólar para abril tinha alta de 1,77%, aos R$ 3,2430.

Juros
Os investidores em renda fixa deixaram um pouco de lado os dados do PIB do Brasil divulgados mais cedo e mesmo os números de crescimento americano, apoiando-se no dólar para puxar um pouco os prêmios. Só que o recuo dos yields (retornos) dos Treasuries limitou um pouco o movimento. No fim da sessão regular, a taxa do contrato futuro de juros para julho de 2015 ficou em 13,050%, ante 13,039% de ontem. A taxa para outubro de 2015 marcou 13,440%, ante 13,409%. O DI para janeiro de 2016 marcou 13,58%, ante 13,55%. O DI para janeiro de 2017 ficou em 13,53%, ante 13,47%. E o contrato para janeiro de 2021 marcou 13,12%, ante 13,05%. (Agência Estado)

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