Alta
A Bovespa fechou ontem em alta após dias seguidos de perdas, conduzida principalmente pelo avanço das ações de Petrobras, siderúrgicas e exportadoras. No fim da sessão, o índice ficou em 0,68%, aos 51.858,30 pontos. Na máxima, atingiu 52.319 pontos (1,58%) e, na mínima, 51.507 pontos (estável). O giro de negócios totalizou R$ 7,388 bilhões, segundo dados preliminares. No mês, a bolsa tem ganho de 0,53% e, no ano, de 3,70%.

Petrobras
As ações da Petrobras subiram com a expectativa de que a estatal poderá aprovar o resultado financeiro com balanço auditado de 2014 hoje, na reunião do conselho de administração. A alta dos preços do petróleo no exterior também ajudava. A expectativa ganhou força após a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a Securities and Exchange Comission (SEC) aceitarem o método que será usado no cálculo do tamanho das perdas com corrupção.

Exportadoras
A alta das ações das empresas exportadoras contribuíram para os ganhos do Ibovespa. Os papéis da Fibria fecharam com avanço de 4,95% e os da Suzano, de 4,61%. As ações PNA da siderúrgica Usiminas lideraram os ganhos da bolsa hoje, com alta de 6,60%. Ainda no setor de siderurgia, CSN subiu 4,45% e Gerdau, 2,30%. Os papéis da mineradora Vale também subiram na sessão, com a ON (0,92%) e a PNA (0,65%).


Imagem ilustrativa da imagem MERCADO FINANCEIRO


Nos EUA
A alta da Bovespa contrariou as perdas nas bolsas de Nova York, pressionadas pelos dados do consumo de bens duráveis nos EUA. As encomendas desses produtos caíram 1,4% em fevereiro, em comparação com janeiro. Caíram o índice Dow Jones (-1,62%), o S&P 500 (-1,46%) e o Nasdaq (-2,37%).

Dólar
O dólar à vista no balcão fechou a R$ 3,1970, com valorização de 2,30%, pelas preocupações em torno do cenário político e com o fim do programa de leilões diários de swap do Banco Central a partir de abril. Na máxima da sessão, marcou R$ 3,1980 (+2,34%), e, na mínima, R$ 3,1160 (-0,29%). No mês, a divisa acumula valorização de 11,94% e, em 2015, sobe 20,41%. No mercado futuro, às 16h30, o dólar para abril tinha valorização de 1,68%, a R$ 3,2005.

Juros
As taxas de juros futuros terminaram em viés de queda. Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, o contrato de DI com vencimento em janeiro de 2016 (217.215 contratos) indicava 13,53%, de 13,56% no ajuste de anteontem. O DI para janeiro de 2017 (313.310 contratos) apontava 13,40%, de 13,44% no anterior. O contrato com vencimento em janeiro de 2021 (110.040 contratos) projetava 12,95%, ante 12,93%.

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