Subiu
Petrobras
Caíram
Bolsas europeias

Bovespa
A Bovespa fechou em alta, ajudada pelos ganhos das ações da Petrobras e da Vale. Os papéis da estatal subiram 2,48% (ON) e 2,13% (PN), após a empresa anunciar uma revisão do plano de desinvestimentos de US$ 13,7 bilhões para o biênio 2015/2016. O plano anterior previa desinvestimentos entre US$ 5 bilhões a US$ 11 bilhões, entre 2014 e 2018.

Vale
Já a mineradora foi beneficiada pelo acordo fechado com a Silver Wheaton para vender adicionais 25% dos fluxos de ouro pagável produzidos como subproduto da mineração de cobre na mina de Salobo durante a vida útil da mina. Vale ON, +1,12%, e Vale PNA, +0,84%.

Resultado
No fim, o Ibovespa subiu 0,56%, aos 51.304,10 pontos. O volume de negócios totalizou R$ 5,348 bilhões, segundo dados preliminares. Na máxima, atingiu 51.432 pontos (+0,81%), e na mínima, 50.995 (-0,05%). No ano, o índice acumula alta de 2,59% e no mês, queda de 0,54%.

Agenda fraca
Em dia de agenda de indicadores fraca no Brasil, os investidores resolveram monitorar a lista que o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, entregaria ontem ao Supremo Tribunal Federal (STF) com os nomes dos parlamentares envolvidos na Operação Lava Jato. O ministro do STF Marco Aurélio Mello defendeu o fim do sigilo dos inquéritos da operação.

Na Europa
As principais bolsas da Europa fecharam em baixa. Em Londres, o FTSE 100 caiu 0,74%, a 6.889,13 pontos. Em Frankfurt, o DAX 30 recuou 1,14%, a 11.280,36 poontos. Em Paris o CAC 40 teve queda de 0,98%, a 4.869,25 pontos.

Dólar
O dólar fechou ontem em alta ante o real, influenciado pelo pessimismo com a economia e pelas tensões políticas no Brasil, na contramão do exterior. No fim dos negócios, o dólar à vista subiu 0,90%, a R$ 2,9190, maior nível desde 3 de setembro de 2004. O volume de negócio totalizava US$ 1,293 bilhão perto das 16h30. No mercado futuro, o dólar para abril recuava 0,67%, aos R$ 2,9430.

Juros
As taxas de juros futuras terminaram perto da estabilidade, depois de uma sessão volátil. O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em abril de 2015 (53.025 contratos) tinha taxa de 12,535%, ante 12,519% no ajuste de ontem. O DI para janeiro de 2016 (49.900) apontava 13,11%, de 13,12%. O DI para janeiro de 2017 (202.465) indicava 12,87%, ante 12,87%. O vencimento em abril de 2021 tinha taxa de 12,43%, igual à véspera. (Agência Estado e AFP)

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