Queda
O Ibovespa caiu ontem 0,10%, aos 51.760,54 pontos. Na máxima, a bolsa atingiu 51.922 pontos (+0,22%) e na mínima, 51.181 (-1,22%). O volume de negócios totalizou R$ 5,778 bilhões. No ano a bolsa tem alta acumulada de 10,35% e no mês avança 3,51%.
Vale
Os papéis da Vale terminaram com queda de 4,02% (ON) e 3,87% (PN), depois que a empresa reportou um prejuízo líquido de US$ 1,849 bilhão no quarto trimestre de 2014, acima das projeções de US$ 740 milhões.
Petrobras
As ações ON (-1,08%) e PN (-1,17%) da Petrobras também terminaram no vermelho, pressionadas por temores de novos rebaixamentos do rating da companhia, após a Moody’s cortar a nota da empresa anteontem.
Financeiras
Com variações diferentes, Bradesco PN (-0,21%), Banco do Brasil ON (-0,60%) e Itaú Unibanco PN (+0,49%).
Dados ruins
Entre dados ruins divulgados ontem no Brasil estavam os números da inflação, do desemprego e do resultado primário do governo central. Segundo o Tesouro Nacional, o governo central registrou um superávit primário de R$ 10,405 bilhões em janeiro, com um queda de 20,2% em relação ao mesmo mês do ano passado, o pior resultado para o mês desde 2009.


Imagem ilustrativa da imagem MERCADO FINANCEIRO


Nos EUA
Em Nova York, os índices operavam sem direção única. O índice Dow Jones recuava 0,27% e o S&P 500 caía 0,37%. O Nasdaq subia 0,12%, ajudado pelas ações do Google, que anunciou investimentos de US$ 300 milhões em projetos de energia solar.
Dólar
O dólar fechou em alta, alinhado com o avanço registrado ante outras moedas no exterior, após indicadores econômicos dos EUA elevarem as apostas de uma alta de juros ainda neste ano no país. Ao término dos negócios no balcão, o dólar à vista fechou cotado a R$ 2,8780 (+0,31%). No mercado futuro, o dólar para março subia 0,14%, a R$ 2,8800.
Juros
Os esforços do governo nesta semana para aprovar o programa de ajuste fiscal do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, no Congresso levaram as taxas de juros futuras a terminar em baixa. No fim do pregão regular na BM&F Bovespa, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em abril de 2015 (46.565 contratos) projetava 12,484%, igual à taxa registrada no ajuste de ontem. O DI para janeiro de 2016 (132.345 contratos) indicava 13,12%, também nivelado ao ajuste anterior. O contrato de DI com vencimento em janeiro de 2017 (220.165 contratos) tinha taxa de 12,94%, ante 12,98%, e o DI para janeiro de 2021 (87.655 contratos), de 12,55%, ante 12,58% no ajuste da véspera.

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