MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Ibovespa
Desce
Dow Jones
Em alta
A queda das bolsas internacionais neste começo de semana não intimidou a Bovespa, que terminou a sessão em alta, sustentada pelos fortes ganhos de Vale e siderúrgicas. Petrobras também terminou com elevação, a despeito do noticiário negativo em torno da empresa e após a troca de presidência.
Ibovespa
O Ibovespa terminou a sessão em alta de 1,21%, aos 49.382,58 pontos. Na mínima, registrou 48.416 pontos (-0,77%) e, na máxima, marcou 49.522 pontos (+1,50%). No mês, acumula ganho de 5,28% e, no ano, perda de 1,25%. O giro financeiro totalizou R$ 7,600 bilhões, dos quais R$ 1,577 bilhão referem-se ao exercício de opções sobre ações.
China
Os profissionais não souberam explicar a alta da sessão e muitos atribuíram a ele um perfil técnico. Vale e siderúrgicas, entretanto, tiveram um empurrãozinho da China, onde os dados da balança comercial desapontaram e fizeram crescer a expectativa por medidas de estímulo ao país, o que favoreceria esses papéis.
Avanço
A alta do dólar também contribui para o avanço dessas ações e elas lideraram os ganhos no Ibovespa nesta segunda. Usiminas PNA subiu 8,76% e foi a maior valorização do Ibovespa, seguida por CSN ON (+8,73%), Vale ON (+5,73%). Gerdau PN (+4,71%), ficou na quinta posição, seguida por Vale PNA (+4,49%).
Petrobras
A petrolífera terminou com ganho de 1,88% na ON e de 1,75% na PN. A ação subiu a despeito de o Credit Suisse ter rebaixado a recomendação para a estatal de neutra para "underperform".
Exterior
No exterior, as bolsas europeias terminaram em baixa e as norte-americanas trabalham nesse mesmo sentido, em meio a preocupações com negociações entre a Grécia e seus credores internacionais e também com a desaceleração da economia da China. Dow Jones terminou com -0,46% e Nasdaq com -0,28%.
Dólar
O dólar à vista cravou seu sétimo avanço em dez sessões em meio a preocupações com a economia brasileira. No fechamento dos negócios, a moeda à vista terminou em R$ 2,7800 (+0,29%), maior patamar de fechamento desde 9/12/2004, quando ficou em R$ 2,7810.
Juros
Os juros futuros confirmaram a trajetória ascendente fechando em alta pela quarta sessão consecutiva. O movimento teve respaldo do dólar, mas também do cenário interno conturbado traduzido nos números da pesquisa Focus. Ao término da sessão regular na BM&F, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em abril de 2015 tinha taxa de 12,333%, na máxima, ante 12,325% no ajuste anterior, com 13.215 contratos.
(Agência Estado)





