MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Juros futuros
Desceu
Petrobras
Volátil
A Bovespa fechou ontem em queda, após um pregão volátil e de três sessões consecutivas de ganhos, conduzida pelas expectativas sobre a nova diretoria da Petrobras. No fim da sessão, o Ibovespa caiu 0,14%, para 49.233,85 pontos. Na máxima, a bolsa atingiu 49.816 pontos (+1,05%) e na mínima, 49.020 (-0,57%). O volume de negócios totalizou R$ 7,117 bilhões, segundo dados preliminares. O índice acumula alta de 4,96% no mês e baixa de 1,55% no ano.
Petrobras
Também dentro do noticiário sobre a petroleira, a Polícia Federal cumpriu mandado de prisão preventiva contra o sócio da Arxo, Gilson João Pereira, e o diretor financeiro da empresa, Sérgio Ambrósio Maçanerro. Os dois são acusados de envolvimento no esquema de corrupção investigado na Lava Jato. No fim dos negócios, as ações ON e PN da estatal recuaram 2,42% e 2,20%, respectivamente.
Setor de energia
Diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Tiago de Barros Correia afirmou que o novo sistema das bandeiras tarifárias vai permitir um "sinal de preço" mais aderente à realidade das condições de oferta de energia no País. Ele confirmou que o valor da bandeira vermelha, a ser sugerido na audiência pública, será de R$ 5,50 para cada 100 kWh consumidos e o da bandeira amarela, de R$ 2,50 para cada 100 kWh consumidos. Na Bolsa, caíram Eletrobras PNB (-2,36%), CPFL Energia ON (-0,68%), CESP PNB (-0,83%), Cemig (-1,82%) e Energias do Brasil (-3,42%).
Dólar
O dólar fechou em queda, pressionado por um movimento de ajuste, depois de ter atingido anteontem o maior nível desde 17 de março de 2005 ante o real. No fim dos negócios, o dólar à vista fechou em baixa de 0,18%, a R$ 2,7420. O volume de negócios totalizou US$ 1,2 bilhão. O dólar para março cedia 0,04%, a R$ 2,7585, perto das 16h45.
Juros
Apesar do recuo do dólar, as taxas de juros futuros terminaram com ligeiro viés de alta. No fim da sessão regular do mercado de juros futuros na BM&FBovespa, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para abril de 2015 (43.910 contratos) apontava 12,315%, ante 12,299% no ajuste de ontem. O DI para janeiro de 2016 (66.750 contratos) indicava 12,83%, na máxima, ante 12,81% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2017 (150.980 contratos) registrava taxa de 12,64%, ante 12,59% no ajuste da véspera, e o DI para janeiro de 2021 (108.670 contratos) tinha taxa de 12,22%, ante 12,12% ontem. (Agência Estado)





