Subiu
Ibovespa
Desceu
Nasdaq

Em alta
O tombo de pouco mais de 6% registrado em janeiro, combinado com uma agenda mais esvaziada de indicadores, favoreceu um movimento de recomposição de carteiras na Bovespa. O principal índice à vista, assim, terminou a primeira sessão de fevereiro em alta.

Ibovespa
No final, o principal índice à vista da bolsa paulista terminou a sessão de ontem com valorização de 1,58%, aos 47.650,73 pontos. Na mínima, registrou 46.760 pontos (-0,31%) e, na máxima, 47.684 pontos (+1,65%). No ano até ontem, acumula perda de 4,71%. O giro financeiro totalizou R$ 5,568 bilhões.

Vale
Vale ON terminou em alta de 6,07% e Vale PNA, de 4,05%. A alta do dólar impulsionou as compras do papel. A moeda norte-americana subiu 1,04%, a R$ 2,7130. Além disso, o mercado gostou da proposta de pagamento de US$ 2 bilhões em dividendos, mesmo sendo metade do que a empresa pagou em 2014.

Siderúrgicas
Entre as siderúrgicas, CSN ON ganhou 4,81%, Gerdau PN, 3,62%, Metalúrgica Gerdau PN, 4,17%. Usiminas PNA teve valorização de 3,88%, enquanto Usiminas ON disparou 15,64%, diante da possibilidade de tag along em meio à briga da CSN com os controladores da empresa.

Petrobras
Petrobras ON subiu 6,59% e a PN, 5,87%. Ontem, a estatal informou que bateu novo recorde de produção de derivados em suas refinarias no Brasil, em 2014, para 2,17 milhões de barris por dia (bpd). Segundo a estatal, o volume é 45 mil barris de petróleo por dia superior ao recorde anterior, alcançado em 2013, com um aumento no ano de 2,1%.

EUA
Nos EUA, as bolsas tiveram um pregão de vaivém e, no fechamento da Bovespa, o Dow operava com ligeira baixa de 0,01%, enquanto o S&P subia 0,18% e o Nasdaq caía 0,16%.

Dólar
O dólar à vista no balcão encerrou a R$ 2,713 (+1,04%), maior patamar desde 5 de janeiro (R$ 2,7160), com ganho de 5,52% acumulado em quatro sessões. Perto das 16h30, o volume no mercado à vista era de aproximadamente US$ 1,127 bilhão, sendo US$ 971 milhões em D+2. Na mínima, pela manhã, o dólar à vista caiu 0,67%, para R$ 2,667 (-0,67%). No segmento futuro, o dólar para março subia 2,15%, a R$ 2,662, às 16h35.

Juros
No encerramento da sessão da BM&FBovespa, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em abril de 2015 projetava 12,300%, ante 12,276% no ajuste de sexta-feira, com 82.905 contratos. O DI para janeiro de 2016 tinha taxa de 12,85%, ante 12,75%, com 256.365 contratos. O DI para janeiro de 2017 (174.795 contratos) subia a 12,62%, ante 12,47%. O contrato de DI com vencimento em janeiro de 2021 tinha taxa de 12,12%, de 11,89% no ajuste anterior, e 80.675 contratos.

(Agência Estado)

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