Subiu
Dólar
Desceu
Ibovespa

Em baixa
A Bovespa estendeu a queda da sexta-feira passada e terminou o dia de ontem em baixa, pressionada sobretudo pelas ações da Vale, após rebaixamento pela Standard & Poor's (S&P). O mercado exibiu recuperação no período vespertino, mas não conseguiu pisar no azul, apesar de as bolsas norte-americanas estarem majoritariamente em alta. Petrobras, que deve divulgar seu balanço hoje, fechou em trajetória divergente, enquanto bancos subiram em sua maioria.

Ibovespa
O Ibovespa terminou a sessão em queda de 0,41%, aos 48.576,55 pontos. No mês e no ano, acumula perda de 2,86%. O giro financeiro foi fraco e totalizou R$ 4,720 bilhões.

Quedas
Em meio à seca, as ações da Sabesp terminaram a sessão em baixa de 1,85%. Vale, após rebaixamento pela S&P anunciado na sexta-feira à noite, para BBB+ de A-, com perspectiva estável, caiu 4,58% na ON e 4,59% na PNA. Bradespar PN, sua acionista, também terminou com retração, de 6,22%, todas entre as maiores quedas do índice ontem.

Altas
Santander unit subiu 3,84% e liderou as altas, seguida por Estácio ON (+3,06%) e Kroton ON (+2,76%). Bradesco PN, +1,61%, Itaú Unibanco PN, +1,18%, mas BB ON recuou 1,14%. Petrobras, cujo balanço do terceiro trimestre pode sair hoje, caiu 0,90% na PN, mas subiu 0,21% na ON.

EUA
Nos EUA, o Dow Jones operava, no fechamento da Bovespa, com ligeira baixa de 0,07%. O S&P 500 subia 0,13% e o Nasdaq, 0,21%.

Dólar
O dólar encerrou a sessão em alta ante o real, pautada principalmente pelo exterior, onde a moeda exibiu avanço ante as demais divisas de países emergentes. Nos negócios de balcão, o dólar à vista encerrou nesta a R$ 2,587 (+0,19%). Na mínima, perto das 15 horas, ficou estável em R$ 2,582 e, na máxima, pouco depois das 11 horas, subiu a R$ 2,608 (+1,01%). O giro no mercado à vista estava em US$ 972 milhões perto das 16h30, sendo US$ 946 milhões em D+2. No segmento futuro, o dólar para fevereiro era cotado em R$ 2,592 (+0,23%).

Juros
Os juros futuros de curto prazo fecharam estáveis, enquanto os longos avançaram em linha com o câmbio, em um ambiente de liquidez muito fraca. No encerramento da sessão regular da BM&FBovespa, o DI com vencimento em abril de 2015 tinha taxa de 12,270%, ante 12,260% no ajuste da sexta-feira, com 43.135 contratos. O DI para janeiro de 2016 terminou em 12,69%, de 12,68% no ajuste anterior, com 53.035 contratos. O DI para janeiro de 2017 (101.550 contratos) fechou em 12,36%, de 12,34%, e o DI para janeiro de 2021 (36.375 contratos), 11,67% (11,64% no ajuste da sexta-feira).

(Agência Estado)

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