Subiu
Dólar
Desceu
Ibovespa

Em baixa
Após ter subido por três sessões consecutivas, a Bovespa tinha espaço para recuar, com investidores realizando lucros. Os dados macroeconômicos fracos divulgados no Brasil pela manhã e os receios de que possa haver racionamento de água e de energia, em um momento de economia já em dificuldades, contribuíram para o viés de baixa visto na bolsa.

Ibovespa
O Ibovespa terminou o dia em baixa de 1,35%, aos 48.775,30 pontos. Na mínima, marcou 48.496 pontos (-1,91%) e, na máxima, 49.523 pontos (+0,16%). Na semana, acumula perda de 0,49% e, no ano, de 2,46%. O giro financeiro foi mais tímido e totalizou R$ 5,606 bilhões.

Energia
É crescente a avaliação de que faltará energia, depois do apagão que atingiu dez Estados e o Distrito Federal no começo da semana e em meio à crise hídrica que assola principalmente o Sudeste. Em meio a estes fatores, as elétricas e as empresas de saneamento terminaram a sessão em baixa, sendo que Sabesp ON liderou as perdas do índice, com -11,65%. Copasa ON terminou em 14,95%.

Metais
Vale também estava entre as baixas do índice, penalizada pela queda dos metais no exterior, pelos dados da China e pelo rebaixamento pelo Goldman Sachs. A ação ON caiu 6,34%. Vale PNA, -5,32%.

Petrobras
Petrobras terminou em queda, em dia de reunião extraordinária de seu conselho de administração. Os papéis ampliaram as perdas à tarde e ajudaram a pressionar para baixo o Ibovespa no período. A ação ON caiu 2,96% e a PN recuou 2,44%.

Exterior
No exterior, as bolsas europeias fecharam em alta, mas as norte-americanas operavam com sinais mistos, em dia de indicadores com viés negativo. Dow Jones recuava 0,16% no fechamento da Bovespa, o S&P 500 tinha baixa de 0,09% e o Nasdaq subia 0,38%.

Dólar
O dólar à vista de balcão fechou em alta de 0,23%, aos R$ 2,5820. Pela manhã, o avanço da moeda americana ante outras divisas no exterior, os dados ruins das contas externas brasileiras e a predisposição de alta para o dólar por aqui eram citados nas mesas. No início da tarde, o dólar voltou a recuar. Após este movimento, o dólar voltou a acelerar a alta.

Juros
No fim da sessão regular, o juro do DI para abril de 2015 estava em 12,26%, de 12,239%. A taxa do contrato futuro de juros para janeiro de 2016 marcava em 12,68%, igual ao ajuste da véspera. A taxa do DI para janeiro de 2017 estava em 12,34%, ante 12,39% do ajuste anterior. Na ponta longa, o contrato para janeiro de 2021 tinha taxa de 11,64%, ante 11,82%.

(Agência Estado)

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